terça-feira, 11 de novembro de 2014

ADORAÇÃO CRISTÃ E PAGÃ NAS IGREJAS EVANGÉLICAS



Há um grande mal-entendido nas igrejas sobre o propósito da música na adoração cristã. Igrejas rotineiramente anunciam um culto “dinâmico” e “transformador”, o qual “levará você para mais perto de Deus” ou “que irá mudar a sua vida”. Certos CD’s de adoração prometem que a música irá “levá-lo para dentro da presença de Deus”. Até mesmo um panfleto, anunciando uma conferência para líderes de adoração, dizia:

Junte-se a nós para essa dinâmica aula, a qual irá colocar você no caminho certo e inspirador, onde você poderá se encontrar com Deus e receber a energia e o amor que você precisa para ser um agente e um agitador no mundo de hoje… Além disso, nossos programas de ensino são eventos de adoração que irão colocar você em contato com o poder e o amor de Deus”.

O problema com o panfleto e com muitos anúncios de igrejas é que esse tipo de promessa revela um significante erro teológico. A música é vista como um meio para facilitar um encontro com Deus. Ela irá nos levar para perto de Deus. Nesse esquema, a música se torna um mediador entre Deus e o homem. No entanto, essa ideia está mais próxima das práticas pagãs do que da adoração cristã.

Jesus é o único mediador entre Deus e o homem. Somente Ele é quem nos leva para Deus. A noção popular – porém errônea – relativa à música de adoração mina a fundamental verdade da fé cristã. É irônico que muitos cristãos neguem o papel das ordenanças sacramentais, as quais o próprio Senhor deu para sua igreja (batismo e a Santa Ceia), mas anseiem em dar poderes sacramentais para a música. A música e a “experiência da adoração” são vistas como meios pelos quais nós entramos na presença de Deus e recebemos seus benefícios salvíficos. Não há simplesmente nenhuma evidência na Escritura que diga que a música media diretamente encontros ou experiências com Deus. Essa é uma noção comum no paganismo. Está bem longe do Cristianismo.

Em seu útil livro “True Worship” (Verdadeira Adoração), Vaughan Roberts mostra quatro consequências de se ver a música como um encontro com Deus. Vou resumi-los.

1. A palavra de Deus é marginalizada

Em várias igrejas e encontros cristãos, não é incomum a Palavra de Deus ser deixada de lado. A música dá uma elusiva sensação de “entorpecimento”, enquanto a Bíblia é algo mundano. Os púlpitos têm diminuído e até mesmo desparecido, enquanto as bandas e as luzes têm crescido. Mas a fé não vem da música, experiências dinâmicas ou supostos encontros com Deus. A Fé nasce por meio da proclamação da Palavra de Deus (Rom. 10.17).

2. Nossa certeza é ameaçada

Se associarmos a presença de Deus com uma particular experiência ou emoção, o que acontecerá quando não sentirmos mais isso? Nós procuraremos igrejas cujas bandas de louvor, orquestras ou órgãos produzam em nós os sentimentos que nós estamos procurando. Mas a realidade de Deus em nossas vidas depende da mediação de Cristo, não de experiências subjetivas.

3. Músicos ganham status sacerdotais

Quando a música é vista como meio de encontro com Deus, os líderes de louvor e músicos começam a exercer o papel de pastor. Eles se tornam aqueles – no lugar de Jesus Cristo, o único que já cumpriu esse papel – que trazem até nós a presença de Deus. Dessa forma, quando um líder de louvor ou banda não me ajuda a experimentar Deus, então ele falhou e deve ser substituído. Por outro lado, quando acreditamos que eles tiveram sucesso em nos levar à presença de Deus, então eles terão em nossa mente um status elevado.

4. A divisão aumenta

Quando nós identificamos um sentimento como um encontro com Deus, e apenas uma determinada música produz esse sentimento, então nós insistiremos que aquela música deverá ser tocada regularmente em nossa igreja e reuniões. Se todos tiverem o mesmo gosto que o nosso, não haverá problema. Mas se outros dependem de outra música para produzirem esse sentimento, então é importante para eles que a divisão seja cultivada. E porque nós rotineiramente classificamos esses sentimentos como encontros com Deus, nossas demandas para que esse sentimento seja produzido se tornam rígidas. Esse é o motivo pelo qual muitas igrejas sucumbem ao oferecerem múltiplos estilos de culto. Fazendo isso, eles, sem querer, sancionam a divisão e a centralização do ego no meio do povo de Deus.

A Escritura é cheia de exortações para o povo de Deus cantar e fazer músicas para o Senhor. Nosso Deus foi gracioso em nos dar esse meio de adorá-lo. Mas é importante entender que a música, em nossa adoração, é para dois propósitos específicos: honrar a Deus e edificar a comunidade dos crentes. Infelizmente, muitos cristãos tendem a dar à música um poder sacramental sobre o qual a Escritura jamais falou.

Fonte: Blog Bereianos

sábado, 1 de novembro de 2014

SETE FATOS QUE INCOMODAM UM PASTOR DE VERDADE

Recebi esse texto por email de um novo amigo.

SETE FATOS QUE INCOMODAM UM PASTOR (DE VERDADE)

Em dias como os nossos, o que poderiam mais incomodar alguém vocacionado para o ministério? Bem muitos são os desafios a serem encontrados, mas existem sete que saltam aos olhos.

1.    Observar que as pessoas não amadurecem. Pastores verdadeiramente chamados não esperam que as pessoas sejam eternamente dependentes, antes pelo contrario almejam que elas cresçam e que depois de um tempo sejam capazes de enfrentar e resolver alguns conflitos mínimos nas suas vidas sem ter que viver dependentes de gurus ou pseudo-mestres da espiritualidade.

2.   Verificar que qualquer um ostenta o titulo de Pastor. É profundamente frustrante saber que em dias como os nossos qualquer um pode ser nomeado ou denominado como pastor, não importa se obteve alguma formação, se foi experimentado, tanto nas praticas ministeriais como na arena dos desafios éticos.

3.    Constatar que o ministério virou um negócio. É muito triste para Pastores vocacionados saberem que o espaço social onde atuam, atuam muitos como interesse puramente mercadológico. Provoca pavor em um Pastor verdadeiro saber que ele divide espaço na sociedade com pessoas que só tem um interesse, ganhar dinheiro.

4.  Descobrir que as ovelhas vivem encantadas pelos mercenários. Nada indigna mais um pastor do que ouvir uma ovelha manifestar sua admiração por alguém que prega o evangelho por dinheiro. É frustrante saber que via de regra, com algumas exceções alguns dos mais elogiados ministros dos nossos dias são conhecidos nos bastidores eclesiásticos pelas suas patifarias.

5.   Vislumbrar que manipulação vale mais que ensino. O dia mais triste na vida de um pastor é aquele em que ele descobre que não basta ele manusear bem uma Bíblia, precisa dominar as técnicas de manipulação de auditório.

6.    Deparar-se com o fato de que estruturas valem mais que cuidado. Desestimula demais quando um pastor de maneira inexorável se convence que os cuidados já foram de maneira sistemática negligenciados em favor da estrutura do templo ou da instituição

7.    Enxergar o que é patente ultimamente: carisma vale mais que caráter. Compromisso, ética, postura, fidelidade, dedicação, acessibilidade, nenhum desses elementos importam para uma comunidade que tem como preocupação ultima de seguir alguém que tenha carisma. Não importante o quão duvidoso é o seu caráter.

Então por que permanecer Pastor em um ambiente apocalíptico como este?
A justificativa para continuar nesta empreitada saiu da boca do Todo-Poderoso quando adverte os mercenários e promete constituir bons pastores. ELE diz:
“…Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e delas não cuidastes; mas eu cuidarei em vos castigar a maldade das vossas ações, diz o SENHOR. Eu mesmo recolherei o restante das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver afugentado, e as farei voltar aos seus apriscos; serão fecundas e se multiplicarão. Levantarei sobre elas pastores que as apascentem, e elas jamais temerão, nem se espantarão; nem uma delas faltará, diz o SENHOR….” Jeremias 23.1-4

Se os mercenários se auto constituíram para estarem a frente do rebanho, o mesmo não se pode falar a respeito dos fieis Pastores, estes não estão por sua vontade, antes foram escolhidos pelo Sumo-Pastor. Afinal é ELE mesmo que diz:
“…Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda….” João 15.16
http://paulo-saraiva.blogspot.com/2011/04/sete-fatos-que-incomodam-um-pastor.html

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

ORAÇÃO DO ELEITOR ARREPENDIDO


Senhor Deus, dentre os muitos erros que tenho cometido, um tem me incomodado em demasia nos últimos dias.

Acreditei, por um espaço de tempo, que uma ideologia partidária poderia mudar a história do meu país. Errei ao acreditar que esse ideário político marxista-leninista poderia, na prática, condizer com a ética cristã e acreditei que o Partido que está no governo, através de personagens históricos e de luta, seria o melhor para a condução de nossa nação.

Deus, quando soube que os homens a quem dei o poder para governar, estavam envolvidos na mais alta corrupção, minha consciência ficou em chamas. E o pior, agora, presos, agem como se fossem presos políticos, perseguidos injustamente e encarcerados por um ideal.

Perdão, precipitei-me em elegê-los, posto que, no caminhar, descobri que seus objetivos eram alheios às minhas convicções cristã, minha cosmovisão e ao meu ideal socioeconômico, político e religioso.
Desiludido, venho assumir minha tristeza, indignação e reconhecer meu erro. Agora mesmo, em meio ao período eleitoral e diante das calúnias que levantam contra os adversários políticos, percebo o quanto são sagazes, mentirosos contumazes e de que são capazes para se manterem no poder.

Senhor, por que não quero a liberação do aborto e não aceito o casamento de pessoas do mesmo sexo, estou disposto a mudar meu voto. Por não concordar com a política da corrupção que se instalou nas estatais no atual governo, estou convencido a não mais votar neles. Por não acreditar que eles nada sabiam acerca do mensalão e por não crer que nada soubessem sobre o escândalo da Petrobrás, nossa maior empresa, tomei a decisão.

Deus, mais quatro anos com eles seria muito dolorido para toda a nação brasileira conviver com os escândalos que surgem a cada dia: O Valerioduto, a operação Lava-Jato, o delator da Petrobrás, o Caixa 2 na campanha da Bahia, o superfaturamento na compra da Refinaria de Pasadena, o rombo na Refinaria de Abreu e Lima.

Por fim, a chefe do executivo, flerta com as igrejas somente para angariar votos, prometendo os mesmos privilégios que seu antecessor prometera ao Papa, e ao mesmo tempo declarando a criminalização da suposta homofobia, bandeira esta que ameaça as igrejas evangélicas. Em recente discurso na ONU, sugeriu o diálogo com extremistas que decapitam cristãos católicos ou evangélicos somente por não serem fanáticos islâmicos como eles.

É verdade que nem tudo foi perdido nesses anos e eles até fizeram algumas coisas boas, mas somente agora descobri que não foi em nome de um ideal político, todavia, visavam a permanência no poder. Muito do que foi prometido não saiu do papel, como: a transposição das águas do Rio São Francisco, as milhares de creche, o crescimento na economia, entre outros.

Senhor Deus, por isso, peço que, através do teu poder, e do meu poder através do voto, ponhamos um fim nesse período negro de nossa história política. Confesso que errei, mas agora quero acertar. Ajuda-me. Não quero mais votar em gente assim. Gente que diz que para ser reeleito, “faz o diabo”.

Pai, perdoa-me e ouve minha súplica: dá-nos um governo justo e que ponha fim à corrupção reinante em nosso Brasil. Amém!

Maranata.

Deus abençoe a todos.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

O PREGADOR ENTRE O PICADEIRO E O ALTAR

"Respeitável Público: Com vocês... ooo PREGADOOOORR!!"

(LEIAM ESSE ARTIGO DO MEU AMIGO PR. JESIEL FEITAS. VALE A PENA!!!).


É quase isto! Anuncia-se o pregador e então aparece atrás do púlpito alguém vestido num terno colorido, sapatos multicores, gravata linguiça ou gravata multicores com pedrarias a gosto, calças apertadas (cores a gosto - vermelho, verde, azul, roxo, preto, branco, amarelo), e outros adereços esquisitos. Outro dia, um deles apareceu com gravata, lenço e echarpe amarelos... Nitidamente estava preparado para um desfile na passarela, mas jamais para o púlpito! Um amado amigo meu, pregador renomado, disse há pouco tempo enquanto ministrava: "boa parte dos pregadores de hoje não está vestindo-se para vir ao culto apresentar-se a DEUS, mas para as mulheres que frequentam os cultos!" Logo pensei: "bem, a maioria deles ou entende bem pouco ou nada de ética, ou bem pouco ou nada de mulheres". Que DEUS perdoe-me o divertimento imaginário neste aspecto, mas, seria cômico se não fosse trágico! Deve o pregador vestir-se sobriamente, como é digno do púlpito. Não entendam-me mal, por favor, mas tenho inquietante irritação quando vejo coisas assim, e olhem que não tenho visto poucas. Já são vários anos viajando e ministrando em todo tipo de eventos por esse país e tenho sentido-me muitas vezes constrangido com algumas aberrações e situações ridículas com as quais deparo-me!


Tem mais: além do visual chocante, hilário ou deprimente, alguns também pecam gravemente na comunicação. Na débil tentativa de impressionar o público com uma linguagem mais rebuscada ou erudita, alguns lançam mão de termos desconhecidos, palavras não coloquiais e expressões esquisitas. Impostam suas vozes profundamente numa terrível manobra para chamarem atenção do público. Por outro lado, há os que exibem péssimo português. Outros, cumprimentam os obreiros ao chegarem no ambiente, com uma falsa e exibicionista reverência, inclinando-se à frente quase como o fazem os japoneses em sua característica cultura. Perdoem-me, mas não resisti. Senti-me impulsionado a escrever sobre isto. Gostaria mesmo que os companheiros e irmãos pregadores compreendessem isto de forma educativa, instrutiva, conselheira, como uma crítica positiva. Penso que o posso fazer como pastor e pregador do evangelho, embora consciente de minha pequenez, de minhas limitações e de minha disposição em SERVIR ao SENHOR.

Outra coisa estranha são as acrobacias ensaiadas por alguns que movimentam-se desenfreadamente, agitam os braços freneticamente, gritam excessivamente o tempo todo, saem correndo no meio da igreja e coisas do tipo. Conheço alguns que ocupam o tempo no altar contando anedotas e fazendo o povo rir, em alguns casos, inclusive, com linguajares e histórias que não caem bem no ambiente espiritual e especialmente no púlpito da Casa de DEUS! Não que o bom humor não seja bem-vindo, e gosto de ouvir pregadores alegres, mas faça-se tudo com ordem e decência. Igreja não é circo, altar não é picadeiro e pregador não é palhaço; com todo respeito aos profissionais do ramo! Fico realmente estarrecido com estes comportamentos e creio que boa parte dos meus caros leitores sinta o mesmo! Claro que há aqueles pregadores que ocupam o outro extremo: postam-se rigidamente atrás do púlpito, não movem-se um centímetro sequer e discursam como se estivessem engessados, numa falsa ética e numa postura forçada, que foge ao natural e claramente o público percebe que aquela não é a real personalidade do pregador. Penso que o pregador deve agir naturalmente, óbvio que com aquela reverência necessária e característica ao púlpito, ao altar, à igreja, mas nunca mecânica ou roboticamente. Nem tampouco sem saudáveis limites que são inerentes ao bom senso.

Definitivamente, precisamos rever os conceitos. Especialmente os novos pregadores devem cuidar-se para não caírem nesses modismos e nessas esquisitices do nosso tempo. A igreja é lugar santo, o púlpito é sagrado e o altar dispensa comentários! Mais espiritualidade e menos espetáculos, mais GRAÇA e menos gracejos, mais unção e menos frases e gestos de efeitos forjados. O povo precisa ouvir a mensagem genuína do evangelho, ministrada por pregadores autênticos e comprometidos única e exclusivamente em fazer aparecer JESUS ao invés deles! O centro da mensagem é sempre CRISTO e nunca o pregador; a personalidade do culto é o SALVADOR e não o mensageiro e a pregação é um grito revelador em direção aos pecadores e não um espetáculo para promover o pregador. A igreja é uma comunidade de salvos adoradores, e não um circo de expectadores desejosos de espetáculos centrados no homem! Definitivamente, não confundamos ALTAR com PICADEIRO!

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

terça-feira, 12 de agosto de 2014

JESUS: O VERDADEIRO E MELHOR DE TODOS


Jesus é o verdadeiro e melhor Adão, que passou pelo teste no jardim e cuja obediência é imputada a nós.
Jesus é o verdadeiro e melhor Abel que, apesar de inocentemente morto, possui o sangue que clama, não para nossa condenação, mas para completa absolvição.
Jesus é o verdadeiro e melhor Abraão que respondeu ao chamado de Deus para deixar todo o conforto e a família e saiu para o vazio sem saber para onde ia, a fim de criar um novo povo de Deus.
Jesus é o verdadeiro e melhor Isaque, que foi não somente oferecido pelo Seu Pai no monte, mas foi verdadeiramente sacrificado por nós. E assim como Deus disse a Abraão, “agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho”, nós também podemos olhar para Deus levando Seu Filho até o alto do monte e sacrificando-o, e então dizer, “Agora nós sabemos que Tu nos amas porque não retiveste Teu Filho, Teu único Filho a quem Tu amas, de nós.”
Jesus é o verdadeiro e melhor Jacó que lutou e sofreu o golpe de justiça que merecíamos, de forma que nós, assim como Jacó, só recebêssemos as feridas da graça para nos despertar e disciplinar.
Jesus é o verdadeiro e melhor José que, à destra do rei, perdoa àqueles que o venderam e traíram e usa o seu novo poder para salvá-los.
Jesus é o verdadeiro e melhor Moisés que se põe na brecha entre o povo e Deus e que é mediador de uma nova aliança.
Jesus é a verdadeira e melhor Rocha de Moisés que, golpeada com a vara da justiça de Deus, agora nos dá água em pleno deserto.
Jesus é o verdadeiro e melhor Jó, sofredor verdadeiramente inocente, que então intercede e salva os seus tolos amigos.
Jesus é o verdadeiro e melhor Davi, cuja vitória torna-se a vitória do Seu povo, apesar deles nunca terem movido uma única pedra para conquistá-la.
Jesus é a verdadeira e melhor Ester que não apenas arriscou deixar um palácio terreno, mas perdeu o definitivo e divino; que não apenas arriscou sua vida, mas entregou-a para salvar o Seu povo.
Jesus é o verdadeiro e melhor Jonas que foi lançado para fora, na tempestade, para que nós pudéssemos ser trazidos para dentro.
Jesus é a verdadeira Rocha de Moisés, o verdadeiro Cordeiro pascal, inocente, perfeito, desamparado, sacrificado para que o anjo da morte não atentasse contra nós. Ele é o verdadeiro templo, o verdadeiro profeta, o verdadeiro sacerdote, o verdadeiro rei, o verdadeiro sacrifício, o verdadeiro cordeiro, a verdadeira luz, o verdadeiro pão.
A Bíblia definitivamente não é sobre você e eu. É sobre Jesus o Cristo.
Texto tirado da mensagem 4, de 5 mensagens, que o pastor Tim Keller fez no Brasil.

Fonte: http://ultimato.com.br/sites/marcosbotelho/2014/08/10/pregando-jesus-no-antigo-testamento/?__akacao=2032886&__akcnt=d3fceaa7&__akvkey=0f34&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Newsletter+%DAltimas+214+-+12%2F08%2F2014

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

JUDEUS DE TODO O MUNDO ARRECADAM DINHEIRO PARA A CONSTRUÇÃO DO TERCEIRO TEMPLO

Mesmo em meio a guerra atual com o Hamas em Gaza, os membros do Instituto do Templo continuam com sua campanha mundial pela reconstrução do Beit HaMikdash (Templo Sagrado), também chamado de Terceiro Templo.
Ele recebe esse nome por que o original, edificado por Salomão, terminado em cerca de 950 a.C. foi destruído na invasão babilônica em 586 a.C., sendo substituído pelo Templo construído pelo governador Herodes, que estava em pé nos dias de Jesus, e foi demolido no ano 70 pelo exército romano.
No ano passado, o movimento pela reconstrução ganhou novo fôlego, quando foram retomados os sacrifícios rituais no local, depois novos sacerdotes levitas foram treinados pelos rabinos para recomeçar os rituais descritos no Antigo Testamento, incluindo os que exigem a novilha vermelha. Por fim, anunciou-se que todas as 102 peças do interior do templo estão prontas, incluindo o véu de separação do Santo dos Santos.
A única peça faltante é a arca da aliança, que os rabinos acreditam estar enterrada no monte do Templo e que poderia ser recuperada assim que Israel retomar controle do local.
Nos últimos 30 dias o mundo tem pedido paz para Israel e o Instituto do Templo lançou uma campanha de arrecadação online, onde qualquer pessoa pode contribuir com a solução definitiva para o conflito segundo eles. Mas a solução proposta não irá agradar os muçulmanos, pois se trata de mais uma etapa da reconstrução do Templo.
Na página do projeto no site IndieGoGo, o texto de apresentação diz que a partir de 18 dólares [cerca de R$ 40] é possível colaborar com o projeto de reconstrução do Templo, que irá inaugurar “uma nova era de harmonia e paz universal”. Usando a premissa de que o local mais sagrado para os judeus foi concebido pelo próprio Deus, afirma “Não é o suficiente esperar e orar pelo Terceiro Templo. É uma obrigação bíblica construí-lo”.
O projeto arquitetônico já existe e mescla a revelação dos textos sagrados com a tecnologia moderna. O novo Templo será totalmente informatizado, contando com estacionamento subterrâneo, controle de temperatura, elevadores, docas para transporte público, acesso para cadeirantes e outras comodidades.
O Instituto do Templo garante que seus arquitetos são estudiosos da Torá e “irão garantir que tudo é construído com os mais altos padrões modernos, seguindo as leis judaicas”. O alvo da arrecadação do IndieGoGo é de 100 mil dólares, sendo que 30 mil irão para o Sinédrio (Lishkat HaGazit). Obviamente o custo total é muito maior, mas a intenção do Instituto do Templo é abrir a oportunidade para pessoas de todo mundo contribuírem.
Um vídeo em 3D mostrando os projetos arquitetônicos foi divulgado, o qual dá uma visão do aspecto do templo num cenário onde o Domo da Rocha, sagrado para os muçulmanos, já não existe mais.
Os criadores da campanha esclarecem que a construção do Templo não será realizada com o uso de violência e que seu acesso não será restrito apenas a grupos judaicos, mas seguirá o plano original, sendo uma casa de oração para todos os povos da Terra. Afirmam ainda que “Conforme foi previsto pelos profetas, o Templo Sagrado representa a santidade da vida humana e da paz e será o centro de uma peregrinação inspiradora para todas as pessoas”. 
fonte: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3439065023362643567#editor/target=post;postID=3071017022490041083

terça-feira, 15 de julho de 2014

TEM ALGUMA COISA ERRADA COM A IGREJA...


O TEXTO É UM POUCO LONGO, MAS QUERO LHE CONVIDAR A LÊ-LO TODO.

Tem alguma coisa errada com a igreja cujos membros não têm desejo de irem ao culto.
Algo está errado quando se prefere as novelas e os esportes à casa do Senhor.
Quando trocamos a Escola Dominical pela Fórmula 1.
Quando deixamos a Bíblia e abraçamos literaturas outras, que não edificam.
Quando não valorizamos o Reino e nos envolvemos com um comportamento mundano nocivo.

Tem alguma coisa errada com a igreja quando os pastores disputam tamanho e importância de seus ministérios em detrimento de outros ministérios.
Quando disputam espaço na mídia, seja no rádio ou na televisão.
Quando se esforçam para comprar um terreno maior que o outro como se fossem adversários.
Quando criam seus próprios parques gráficos para obterem independência e autonomia.
Quando investem pesado na mídia para não perderem a visibilidade.

Tem algo de errado quando um líder tem sua igreja como a única capaz de evangelizar o mundo.
Quando se quer exclusividade e se declara como a igreja que veio para mudar a história.
Quando não se adere ao discurso inclusivo e união para fazer os outros crescerem.
Quando se compra espaço midiático que pertencia a outro somente para vê-lo fora do seu caminho.
Quando um líder entende que o crescimento de sua igreja tem que continuar a qualquer preço.
Quando para se manter no poder, faz-se aliança com o poder secular e poderes opressores.

Algo não está bem quando um pastor critica os outros e desdenha das igrejas menores.
Quando em sua igreja não se prega a Bíblia Sagrada e a Mensagem da Cruz fica esquecida.
Quando o louvor no culto de sua igreja visa agradar o povo e não a Deus.
Quando a liturgia é moderninha e satirizada para não perder a membresia.

As coisas não andam bem quando um pastor apoia candidato ou partido que defende a causa gay.
Quando não se tem uma filosofia em termos de política e sociedade.
Quando não se tem uma visão bem definida do que venha ser a causa homossexual.
Quando não se importa com alianças espúrias, desde que tragam “benefícios” para sua comunidade.
Quando se deixa o púlpito para fazer campanhas políticas nos palanques dos ímpios.

Alguma coisa está fora dos trilhos quando líderes de igreja inventam modas para atrair multidões.
Quando o funk ou “pancadão gospel” tem livre acesso à sua liturgia.
Quando a contextualização vai para além do significado e vira "mundanização".
Quando o carnaval gospel e as paradas sugerem trazer algum tipo de louvor a Deus.
Quando pastores dão entrevistas a revistas pornográficas para continuarem destacados.
Quando outros vão a programas infames e liberam todo o seu sarcasmo em rede nacional.

Alguma coisa está fora do lugar quando um líder traz para o seu púlpito um grupo que não concorda com a sã doutrina somente para ter a “casa cheia”.
Quando se prefere “Voz da Verdade”, heréticos e zombeteiros da Trindade, à música sacra cristã.
Quando se fazem movimentos trazendo grupos reconhecidamente envolvidos com o G12.
Quando se introduz na igreja a dança exótica e sensual em seus cultos somente para atrair os jovens.
Quando se fazem “trabalhos” com pessoas reconhecidamente caídas moralmente.
Quando se usa o púlpito para promover cd de artista, como se púlpito fosse palco e culto um show.

Algo está fora de ordem quando os apologetas, supostos defensores da sã doutrina, se curvam diante de igrejas que ofendem a sã doutrina somente para vender livros.
Quando se realiza grande congresso para dar evidência a um pregador supostamente carismático.
Quando se usa o púlpito como plataforma para o sucesso e promoção da agenda dos pregadores.
Quando se usa o altar como base para comercialização de livros, cds e coisas afins.
Quando se usa a igreja para arrecadar milhões de reais e não realiza os projetos que prometem.
Quando promete e não cumpre. Projeta e não faz. Arrecada e não produz.

Tem algo de condenável nos bastidores das igrejas que se dizem defensoras da verdade, mas praticam as mesmas obras das igrejas neopentecostais e aderentes à teologia da prosperidade.
Quando um líder copia o modelo das heresias neopentecostais, posto que o modelo deu certo lá.
Quando se muda a nomenclatura das reuniões dos gedozistas e das reuniões dos empresários.
Quando aderem às festas juninas com nomes de festas “jesuínas”.

Algo não vai bem quando uma igreja trata a salvação de almas como negócio.
Quando se entende que igreja repleta é sinal de grandes arrecadações e grandes negócios.
Quando se não tem um alicerce doutrinário, cujo líder não ensina com medo de perder o povo.
Quando não se disciplina o membro para não perder o seu dízimo, sua oferta ou sua influência.
Quando se faz acepção de pessoas e dão preferência aos ricos para não perder os empresários.
Quando se crê que o mais importante é casa cheia (ou seria salvas cheias e cofres cheios?).

Portanto, o evangelho do negócio está fadado ao fracasso. Pode-se aludir a grandes projetos movidos pela baboseira da “sementeira” que proclama: “semeie no meu ministério e você será abençoado”. Pode-se alegar que se realiza obras nos quatro cantos do mundo. Os Swargatts, entre outros, também alegavam tais coisas e hoje têm um patrimônio milionário. Embora Donnie Swargatt pregue contra a teologia da prosperidade, sua família foi a que mais se beneficiou com as ofertas advindas dos quatro cantos da terra.

Nada está bem quando um líder arrogante e presunçoso prospera. Há algo de torto na conduta de um pastor falastrão e desafiador, que toca na moral dos outros e se comporta como inatingível.

Presumo que nada está bem em uma igreja que não tem liderança forte. Liderança forte não é aquela que fala alto, que esbraveja, mas a que tem autoridade enquanto orienta, que tem moral enquanto dirige e tem respeito de seus liderados pelo fato de ser humilde e honesto em tudo o que faz. Ah, quanta escassez de virtudes, qualidades éticas e padrão moral de comportamento! E quanta máscara nos púlpitos, quanto culto ao dinheiro e ao poder! Quantas alianças espúrias com os governos corrompidos! Quanta lama na base do altar por conta de concertos com empresários ímpios! Quantos líderes que venderam seus ministérios ao diabo somente para terem sucesso! Por vezes, ouço a voz do nosso Amado Senhor para esses líderes: “Tenho, porém, contra ti que...”

O mundo está pior e a igreja evangélica brasileira não está melhor. Contudo, ainda existe uma liderança sadia. Todavia, essa liderança aos poucos está sendo engolida pela tentação de ser diferente, de ser moderna, de atender os interesses do povo e não de Deus, interesses religiosos e não da Bíblia e interesses ecumênicos e não da genuína fé cristã.

Deus trará à luz todas as obras dos cães, dos falsos obreiros e dos ministros da sinagoga de satanás. O Senhor desmascarará todo aquele que a si mesmo se autointitula apóstolo e não é, mas mente.

Toda falsa profetiza, todo falso mestre, todo falso irmão, toda falsa igreja. Todo agente da corrupção na igreja será removido da presença do Senhor e todo aquele que defende seus interesses e não o do Reino, será “lançado fora”. Todo aquele que não está ligado a Ele, será cortado e lançado fora para ser queimado.


Acordemos! Que Deus tenha misericórdia de nós e nos dê graça para permanecermos em pé.

Qual a saída? Despertamento! Mudança rigorosa! Conversão! Enquanto é tempo!!!

Deus abençoe a todos!!!