terça-feira, 27 de janeiro de 2015

HOJE É O DIA INTERNACIONAL DA LEMBRANÇA DO HOLOCAUSTO.

HOJE É DIA INTERNACIONAL DA LEMBRANÇA DO HOLOCAUSTO

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é celebrado em 27 de Janeiro, e foi instituído pela Organização das Nações Unidas em 1 de Novembro de 2005, através da resolução 60/7.

Esse dia tem como objetivo lembrar a data de 27 de Janeiro de 1945, quando o Exército Soviético libertou as pessoas que estavam no maior campo de concentração do regime nazista em Auschwitz na Polônia.

Todos os anos o secretário-geral da ONU traz uma mensagem em memória das vítimas do holocausto, lembrando os horrores e relembrando a necessidade de respeito aos diretos humanos dentro da sociedade.

Origem do Holocausto

A origem do Holocausto está no pensamento racista do regime nazista, que pregava a superioridade da raça ariana, que não poderia se misturar com outras raças e considerava os judeus e outras minorias vulneráveis como negros e homossexuais, como inimigos que deveriam ser eliminados, para que houvesse apenas uma raça superior.

A consolidação desse pensamento gerou extermínio de milhões de judeus, pelo regime nazista, durante a Segunda Guerra Mundial em toda a Europa. Esse extermínio aconteceu de diversas formas, sendo que uma das mais comuns era o envio dos judeus e grupos de minorias, inclusive crianças, para os campos de concentração, onde eram torturados, humilhados e por fim exterminados por diversos tipos de atrocidades.

Técnicas de Extermínio

Utilizando de técnicas científicas, os nazistas levaram a cabo o plano de purificação das raças, levando os judeus para campos de concentração, onde os mesmos após grande sofrimento, eram assassinados, na grande maioria por câmara de gás, onde eram amontoados e presos dentro de uma sala fechada, onde seria liberado um tipo de gás fatal. Em outros casos a morte acontecia por fuzilamento.

Após o extermínio os corpos eram cremados em fornos crematórios e em alguns casos em crematórios ao ar livre.

Um dos maiores campos de concentração era o de Auschiwitz na Polônia, onde se tem registro que em apenas 3 dias morreram mais de 22 mil judeus.

A estratégia nazista contabilizou cerca de 6 milhões de mortos em campos de concentração, além dos que eram mortos em cidades controladas por nazistas ou que nem chegavam aos campos.
HOJE É DIA INTERNACIONAL DA LEMBRANÇA DO HOLOCAUSTO
TEXTO LIDO NO FACE DE JOÃO YÔHÃNÃN RODRIGUES 
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto
O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é celebrado em 27 de Janeiro, e foi instituído pela Organização das Nações Unidas em 1 de Novembro de 2005, através da resolução 60/7.
Esse dia tem como objetivo lembrar a data de 27 de Janeiro de 1945, quando o Exército Soviético libertou as pessoas que estavam no maior campo de concentração do regime nazista em Auschwitz na Polônia.
Todos os anos o secretário-geral da ONU traz uma mensagem em memória das vítimas do holocausto, lembrando os horrores e relembrando a necessidade de respeito aos diretos humanos dentro da sociedade.
Origem do Holocausto
A origem do Holocausto está no pensamento racista do regime nazista, que pregava a superioridade da raça ariana, que não poderia se misturar com outras raças e considerava os judeus e outras minorias vulneráveis como negros e homossexuais, como inimigos que deveriam ser eliminados, para que houvesse apenas uma raça superior.
A consolidação desse pensamento gerou extermínio de milhões de judeus, pelo regime nazista, durante a Segunda Guerra Mundial em toda a Europa. Esse extermínio aconteceu de diversas formas, sendo que uma das mais comuns era o envio dos judeus e grupos de minorias, inclusive crianças, para os campos de concentração, onde eram torturados, humilhados e por fim exterminados por diversos tipos de atrocidades.
Técnicas de Extermínio
Utilizando de técnicas científicas, os nazistas levaram a cabo o plano de purificação das raças, levando os judeus para campos de concentração, onde os mesmos após grande sofrimento, eram assassinados, na grande maioria por câmara de gás, onde eram amontoados e presos dentro de uma sala fechada, onde seria liberado um tipo de gás fatal. Em outros casos a morte acontecia por fuzilamento.
Após o extermínio os corpos eram cremados em fornos crematórios e em alguns casos em crematórios ao ar livre.
Um dos maiores campos de concentração era o de Auschiwitz na Polônia, onde se tem registro que em apenas 3 dias morreram mais de 22 mil judeus.
A estratégia nazista contabilizou cerca de 6 milhões de mortos em campos de concentração, além dos que eram mortos em cidades controladas por nazistas ou que nem chegavam aos campos.

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!

domingo, 25 de janeiro de 2015

BATISTAS SÃO MORTOS COMO ANIMAIS NA NIGÉRIA. ONDE ESTÃO AS MULTIDÕES DOS PAÍSES "CIVILIZADOS" NAS RUAS PARA PROTESTAREM?!

Líder da Igreja Batista na Nigéria diz: “o mundo assiste cristãos morrerem como animais”

O presidente da Convenção Batista da Nigéria (NBC) diz, se referindo aos cristãos: “O meu povo esta sendo morto como animais e todo o mundo está apenas assistindo”. E faz apelo para que haja intervenção internacional urgente para parar a violência do grupo radical islâmico Boko Haram, que aterroriza o país. Em uma entrevista para Baptist World Alliance (Aliança Batista Mundial), o Rev. Samson Ayohunle expressou “consternação” com a atitude da comunidade internacional ante a face da tamanha destruição e desumanidade cometida contra o povo nigeriano, mais especificamente aos cristãos no país.
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“A mesma seriedade com que está se intervendo contra os ataques do ISIS (Estado Islâmico) na Síria e no Iraque, ou com os problemas causados pelo Taliban no Afeganistão… não está sendo demostrado no caso da Nigéria” – disse Samson. Ele acusou a comunidade mundial de desvalorizar as vidas dos nigerianos, dizendo: ” “Isso não importa para o resto do mundo se Boko Haram continua a matar centenas de pessoas todas as semanas? São essas pessoas menos humanas do que aqueles que estão sendo mortas em outro lugar onde eles passaram a intervir diretamente? O meu povo estão sendo mortos como animais e todo o mundo está apenas assistindo.”
Ayokunle estava respondendo ao mais recente surto de ataques de Boko Haram, um grupo jihadista que busca estabelecer a lei islâmica na Nigéria. Boko Haram realizou o massacre em Baga, no estado nigeriano do nordeste de Borno, no início de janeiro deste ano, fazendo com que um lider-cristao-nigeriano-faz-apelo-por-intervençao-contra-boko-haram-cidade-baga-corpos número desconhecido de mortos, embora estimativas variam de dezenas a mais de 2.000. Em abril de 2013, mais de 185 pessoas foram mortas e mais de 2.000 casas em Baga foram destruídos como resultado de combates entre as forças armadas nigerianas e Boko Haram.
Até 2014, o grupo matou mais de 5.000 civis em ataques que ocorrem principalmente no nordeste, centro norte e centro da Nigéria. Desde 2009, o Boko Haram raptou mais de 500 pessoas, incluindo o sequestro de 276 estudantes de Chibok em abril de 2014. Estima-se que 1,5 milhão fugiram de suas casas por causa de ameaças e ataques.
“A situação é patético.” Ayokunle declarou. “As principais metas em todos estes ataques são primeiros os cristãos e qualquer outros grupos que se oponha a eles. Qualquer cidade que entrar, depois de matar os cristãos, eles vão em frente para derrubar todas as igrejas. Grandes cidades cristãs, tais como Gwoza e Mubi – entre outros – caíram para eles. Cristãos de cidades como Michika e Baga também estão na corrida.” O líder Batista nigeriano disse que “a igreja está sob o cerco de severa perseguição.” Nenhuma igreja cristã está de pé mais em Mubi, onde mais de 2.000 batistas fugiram da cidade através dos Camarões quando Boko Haram atacaram.
Estes cristãos batistas, diz ele, voltou para a Nigéria através de uma outra cidade chamada Yola no Estado de Adamawa, mas nunca voltariam para suas casas novamente. “Eles tornaram-se deslocados e agora estão vivendo em campos de refugiados, dependentes de alimentação, sem alojamento decente e nus.
fonte: http://midiainversa.org/lider-da-igreja-batista-na-nigeria-diz-o-mundo-assiste-cristaos-morrerem-como-animais/

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

DIFERENÇAS IRRECONCILIÁVEIS ENTRE O ISLAMISMO E O CRISTIANISMO

Elwood McQuaid
No início da década de 80, três irmãos – todos muçulmanos ativos e devotos, filhos de um líder da fé islâmica – entregaram a vida ao Senhor Jesus Cristo. Em relação à sua conversão, eles escreveriam, mais tarde: "Nós não mudamos de religião. O sangue de Jesus nos salvou [...]. O que ocorreu foi o gracioso ato divino da redenção".
O pai os repudiou. "Poderia ter sido pior" – escreveram eles – "De acordo com a hadith 9.57, nós três deveríamos ter sido mortos". Eles só voltaram a ver o pai dezessete anos depois, em 1999, quatro dias antes da morte dele. E ele morreu muçulmano.
Hoje em dia, Ergun e Emir Caner são professores cristãos de história eclesiástica e teologia, e autores de um livro extraordinário, intitulado Unveiling Islam (Revelando o Islã, Kregel Publications). O livro está repleto de informações históricas sobre Maomé e a fé islâmica, e esclarece de forma brilhante as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islamismo.

Maomé versus Jesus

Aos quarenta anos, Maomé começou a ter convulsões, e afirmava que foi através delas que recebeu a revelação de Deus (Alá), por meio do anjo Gabriel. Porém, ele tinha um "medo mortal" da fonte dessa revelação e achava estar possuído por demônios. Foi sua esposa que o convenceu do contrário.
Os Caner escrevem: "As dúvidas de Maomé são perturbadoras. Será que um autêntico profeta de Deus duvidaria da fonte de sua revelação? [...] Certamente nenhum dos genuínos profetas da Bíblia atribuiu a revelação de Deus aos demônios".
Maomé incumbiu todo muçulmano de empreender a guerra santa, a jihad. Em 627, na cidade de Medina, ele ordenou que 800 judeus fossem enterrados numa trincheira com as cabeças para fora, sem a menor possibilidade de reação, e depois decapitados, "um procedimento que levou um dia inteiro e prosseguiu pela noite adentro [...]. Jesus, por sua vez, não ordenou as cruzadas assassinas" – declararam os Caner. "Maomé era desumano na batalha [...]. Porém, a única vida que Jesus Cristo entregou voluntariamente foi a Sua própria. Seu caráter demonstra compaixão contínua e incontestável. Maomé, por outro lado, era imprevisível e hostil aos que se recusavam a segui-lo".
"vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos" (sura 9.123).
Os Caner continuam:
Ele matava seus críticos por expressarem seu pensamento, ordenou o espancamento de uma mulher para obter informações e manteve relações sexuais com uma criança de nove anos. Além disso, era um general sanguinário e atacava caravanas apenas para conseguir dinheiro para a expansão de seu movimento. Ele chegou até a quebrar as regras de guerra, comandando um ataque durante um mês sagrado.
Maomé "raramente conseguia uma conversão que não fosse através de coação". Além disso, confiava em suas próprias boas obras para chegar ao céu, e ordenou aos muçulmanos: "...matai os idólatras onde quer que os encontreis" (sura 9.5). Foi ele que fez constar do Corão a ordenança para a execução, crucificação, mutilação ou exílio de qualquer um que fizesse "guerra a Deus (Alá) e a seu Mensageiro..." (sura 5.33).
Ao contrário do cristianismo, o islamismo não tem o conceito de um relacionamento pessoal com Deus, e a ênfase que Jesus dava ao amor é completamente estranha ao islã: "O amor não entra na equação, pois a religião muçulmana está fundamentada no senso de dever e no desejo de receber a recompensa" – afirmam os Caner. Enquanto a Bíblia ensina "Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem" (Mateus 5.44), os muçulmanos são ensinados a odiar os inimigos de Alá (como faz o próprio Alá), e o Corão promete o paraíso a todos os que morrerem lutando pelo islã.

Lutar até a morte

O Corão ensina seus seguidores a lutar até que o islamismo domine o mundo:
"Que combatam pela causa de Deus (Alá) os que trocam esta vida terrena pela vida futura! Pois quem combater pela causa de Deus, quer sucumba quer vença, conceder-lhe-emos grandes recompensas" (sura 4.74).
"Os crentes combatem na senda de Deus (Alá); os descrentes combatem na senda do ídolo Tagut. Combatei, pois, os aliados do demônio. A astúcia do demônio é ineficaz" (sura 4.76).
"Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles" (sura 9.5)
"Combatei-os: Deus (Alá) os castigará por vossas mãos e os humilhará e vos dará a vitória sobre eles..." (sura 9.14).
"Dos adeptos do Livro, combatei os que não creem em Deus nem no último dia e nem proíbem o que Deus (Alá) e seu Mensageiro proibiram e não seguem a verdadeira religião – até que paguem, humilhados, o tributo" (9.29).
"Mas o Mensageiro e os que creram lutaram com seus bens e sua vida. A abundância e a vitória lhes pertencerão" (sura 9.88).
"vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos" (sura 9.123).
"Quando, no campo da batalha, enfrentardes os que descreem, golpeai-os no pescoço. Depois, quando os tiverdes prostrado, apertai os grilhões. Depois, outorgai-lhes a liberdade ou exigi deles um resgate, até que a guerra descarregue seus fardos. Se Deus (Alá) quisesse, Ele mesmo os teria derrotado. Mas Ele assim determinou para vos provar uns pelos outros. E não deixará perder-se o mérito dos que morrem por sua causa" (sura 47.4).
"Deus ama os que combatem por Ele em fileiras semelhantes a uma parede bem construída" (sura 61.4).
"Foi Ele que enviou o Seu Mensageiro com a orientação e com a religião verídica para que a fizesse prevalecer sobre todas as outras religiões, ainda que isso desgoste os idólatras" (sura 61.9).
Realmente, estão bem claras as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islã! 


As opiniões expressas nos artigos assinados são de responsabilidade dos seus autores.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

CRISTOFOBIA MATA 100 MIL CRISTÃOS POR ANO E O QUE DIZEM OS INTELECTUAIS? NADA!

Igrejas protestantes brasileiras, presbiterianas, foram atacadas no Níger, no Norte da África.
Por Reinaldo Azevedo, Revista Veja.


No dia 16 de agosto de 2013, escrevi aqui no meu blog um post cujo primeiro parágrafo dizia o seguinte:
“No ano passado — portanto, em 2012 —, pelo menos 105 mil pessoas foram assassinadas no mundo por um único motivo: eram cristãs. O número foi anunciado pelo sociólogo Maximo Introvigne, coordenador do Observatório de Liberdade Religiosa, da Itália. E, como é sabido, isso não gerou indignação, protestos, nada. Segundo a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), 75% dos ataques motivados por intolerância religiosa têm como alvos os… cristãos. Mundo afora, no entanto, o tema quente, o tema da hora — e não é diferente na imprensa brasileira —, é a chamada ‘islamofobia’”.

Pois é… Logo depois dos ataques facinorosos ocorridos em Paris, teve início o debate sobre a, quem diria?, “islamofobia”. E, é evidente, não foi diferente nas terras brasileiras. Que coisa! Leandro Colon informa na Folha que duas igrejas protestantes brasileiras, presbiterianas, foram atacadas no Níger, no Norte da África, em manifestações de protesto contra a publicação da charge de Maomé pelo jorna francês “Charlie Hebdo”. Outras duas igrejas protestantes e uma escola, também comandadas por brasileiros, foram atacadas. As agressões aconteceram em Niamey, capital do país.

Dez cristãos já foram assassinados no Níger desde sexta-feira, e 20 templos depredados. “Estou em estado de choque. Moro aqui desde 2009; na África, há 14 anos, e nunca vi algo parecido. A relação com os muçulmanos sempre foi tranquila. Só pode ser coisa do satanás”, afirmou o pastor Roberto Gomes, que pertence à Igreja Presbiteriana Viva, com sede em Volta Redonda, no Estado do Rio.

Pois é… O satanás não tem nada a ver com isso. A ação é fruto de milícias islâmicas, que se espalham mundo afora e que respondem, reitero, pelo assassinato, a cada ano, de 100 mil cristãos. Critiquei aqui na semana passada a fala ambígua do papa Francisco sobre os ataques terroristas em Paris. Tanto eu estava certo que o próprio Vaticano veio a público para, mais uma vez, botar os devidos pingos nos is e esclarecer o que, afinal de contas, o Sumo Pontífice quis dizer.

A imprensa ocidental e a própria Igreja Católica, como instituição, são omissas a respeito da perseguição a que são submetidos os cristãos mundo afora. Ora, o que presbiterianos, católicos e outras denominações cristãs têm a ver com as charges do “Charlie Hebdo”? Resposta: nada! Também eles são alvos das críticas da publicação. A verdade é que as democracias ocidentais combatem uma “islamofobia” que não existe e são omissas a respeito de uma “cristofobia” que é real.

Imaginem se 100 mil muçulmanos morressem todo ano, vítimas de milícias cristãs… O mundo talvez já estivesse em chamas. Como são apenas cristãos morrendo, ninguém dá bola. A impostura já foi denunciada mundo afora pela ativista somali Ayaan Hirsi Ali, que hoje mora na Holanda. Em Darfur, no Sudão, estimam-se em 400 mil os mortos por milícias islâmicas desde 2003. Depois de aterrorizar a Nigéria, o grupo terrorista Boko Haram agora ataca o norte de Camarões. Dezenas de pessoas foram assassinadas, e há pelo menos 80 sequestradas — 50 são crianças.

Mas, como já apontou Ayaan Hirsi Ali, os intelectuais europeus não se interessam pela morte de cristãos nem buscam combater a cristofobia. Estão ocupados demais com a tal “islamofobia”.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/cristofobia-que-mata-100-mil-cristaos-por-ano-ataca-quatro-igrejas-e-uma-escola-brasileiras-no-niger-e-o-que-dizem-os-tais-intelectuais-ora-nada/

Vide: http://mulheresabias.blogspot.com.br/2015/01/igrejas-protestantes-brasileiras.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+MulheresSbias+(Mulheres+S%C3%A1bias)

Vide: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/01/1576984-igrejas-brasileiras-sao-atacadas-no-niger.shtml

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

QUANTO VALE UM FRANCÊS? E UM SÍRIO, UM PALESTINO, UM JUDEU, UM NIGERIANO?



Quanto vale uma vida?

Resolvi escrever e publicar essa postagem depois que li a sensata matéria de um amigo blogueiro que cito no texto.

Tenho acompanhado nos noticiários a grande comoção e mobilização dos habitantes do mundo civilizado em solidariedade aos jornalistas franceses mortos em um ataque covarde, como é todo ataque terrorista. Multidões caminham nas ruas, acampam em frente a monumentos históricos, carregam faixas com frases humanitárias e politicamente corretas. O movimento em favor dos jornalistas franceses é tido como o maior ou um dos maiores na França. Também sou solidário ao movimento contra o terror e contra o fundamentalismo e extremismo islâmico, unindo minha voz à voz das multidões que tomam conta das ruas na Europa e no mundo. Todavia, não via nenhuma marcante multidão saindo às ruas em favor dos cristãos mortos, fuzilados, decapitados, crucificados, pelo Estado Islâmico na Síria em partes do Iraque, denunciado aqui nesse blog. Também não vi nenhuma grande comoção com a morte de cerca de 2.000 nigerianos nos últimos dias também fruto de ataque covarde.

Quanto vale a alma de um francês e quanto vale a alma de um sírio, de um iraquiano, de um nigeriano, de um palestino, de um judeu...? Li o blog do meu amigo Pastor Anselmo, a Pedra, e compartilho do mesmo sentimento. Um francês vale mais que um nigeriano? Doze franceses valem mais que centenas de milhares de sírios, pelestinos, judeus e cristãos espalhados pelo mundo? Assim como o meu amigo blogueiro, não vi muitas autoridades preocupadas com o futuro dessa gente, não vi uma defesa comovente! Vi, sim, alguns cristãos, pastores, cantores e líderes, defendendo o Estado de Israel confundindo escatologia com amor cristão ao próximo. Também li acerca de uma presidenta querer dialogar com os decapitadores, mas não vi marcha, comoção ou cobertura da mídia.

A hipocrisia e os interesses de milhões de dólares e euros "justificam" e determinam quem é mais importante nessa "guerra". A fome na África, a pobreza no Haiti e nas Filipinas, os horrores das guerras da Síria e da Nigéria, entre outras, não comovem os países ricos, nem a imprensa internacional e nem a maioria dos que se dizem cristãos. Enquanto morriam dezenas de milhares na Nigéria, o mundo, a mídia, cobria a escolha dos melhores do futebol no ano de 2014. Com pompa hollywoodiana, o Sr. Blatter, a apresentadora e seus convidados, entregavam a premiação para os melhores da FIFA. Nada contra, pois os melhores merecem troféus, contudo, esse contraste representa a mais pura dessemelhança entre dois mundos e duas realidades diferentes.

Fica aqui meu desabafo contra as injustiças em uma sociedade anti-Deus que se pretende justa na causa dos franceses, mas faz vistas grossas na morte de centenas de milhares na África e na Ásia.

Em tempo: é essa mesma sociedade ateísta que aí está que sai às ruas para a retirada de imagens cristãs nos grandes centros, como aconteceu na Carolina do Norte; é essa mesma sociedade, cujas autoridades exoneram os que defendem o casamento heterossexual e a família, como aconteceu em Atlanta, nos EUA. Essa sociedade que sai às ruas para combater o terrorismo é a mesmíssima que sai às praças para combater os valores da família e defender o casamento de pessoas do mesmo sexo.

Acordemos!!!


Maranata, ora vem Senhor Jesus!!!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

PROJETO QUE CRIMINALIZA A HOMOFOBIA NO BRASIL SERÁ ARQUIVADO DEFINITIVAMENTE


Congresso deve concluir este mês o processo de arquivamento definitivo do projeto de lei que criminaliza a homofobia (PLC 122/2006). Segundo a Agência Senado, a proposta, apresentada na Câmara em 2001 e em tramitação há oito anos no Senado, será arquivada de acordo com as regras do Regimento Interno da Casa.
O regimento determina que todas as propostas tramitando há mais de duas legislaturas sejam arquivadas. Entretanto, essas proposições ainda podem tramitar por mais uma legislatura, caso seja aprovado em Plenário requerimento de pelo menos 27 senadores. Ao final da terceira legislatura, se não houver decisão, a proposta deve ser arquivada definitivamente, situação em que se encontra o projeto.

De acordo com a presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), senadora Ana Rita (PT-ES), os movimentos sociais não devem se opor ao arquivamento, por considerarem que o projeto acabou estigmatizado com o nome de "PLC 122", o que poderia atrapalhar o andamento. Segundo Ana Rita, o caminho é um novo projeto, com outro número e melhorias na redação.


fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/projeto-que-criminaliza-homofobia-no-brasil-sera-arquivado,abb458a127fca410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

UMA CRÍTICA AO FILME BÍBLICO EXODUS: GODS AND KINGS


Por Gutierres Fernandes Siqueira

O filme Exodus: Gods and Kings (EUA, Reino Unido, Espanha; 2014) do aclamado diretor Ridley Scott é um pouco decepcionante. Atenção: eu não esperava um filme bíblico, logo porque Scott não nos prometeu isso. E, não é de hoje, eu não espero exegese e hermenêutica de Hollywood e acho uma bobagem essa gritaria de muitos cristãos-evangélicos- ponto final. O diretor há dias já vinha falando que a produção seria um filme de ação. E como ação é um bom filme de efeitos especiais. Então você pode perguntar: por que a decepção? Ora, o roteiro e adaptação são fracos. É claro que a licença poética para complementar e até adaptar a história bíblica poderia ser bem melhor. É nesse ponto que Scott estraga a história.

A narrativa sobre a vida de Moisés é uma das mais completas e ricas do Antigo Testamento. Sendo assim a produção tinha o desafio de montar um roteiro que fosse mais interessante do que a já complexa história do profeta. E isso não aconteceu. Ridley Scott é um grande diretor e, na minha visão, Gladiador (EUA, Reino Unido; 2000) é um glorioso exemplo. Agora, alguns de seus filmes como Exodus e Robin Hood (EUA, Reino Unido; 2010) deixam - ou deixaram- essa sensação de “poderia ter sido bem melhor”.

Ridley Scott é ateu. O filme é uma homenagem ao irmão e também diretor Tony Scott (1944- 2012) que cometeu suicídio ao pular da Ponte Vincent Thomas em Los Angeles, Estados Unidos. Tony era religioso e Ridley queria prestar uma homenagem. Bom, se eu fosse o irmão religioso dele não ficaria tão feliz com a descrição de Deus, que mais parece o demiurgo, feita pelo diretor não-religioso. E é bom lembrar: o mesmo já tinha sido feito no filme Kingdom of Heaven (EUA , Reino Unido , Espanha , Alemanha; 2005) do Ridley Scott.  
Há dois filmes de ação inteligentes do falecido Tony Scott que gosto muito: Enemy of the State (EUA, 1998) e Spy Game (EUA, Reino Unido; 2001), mas aí é outro assunto... 


Voltando ao Exodus vejamos os pontos positivos e negativos desse longa. E se você ainda não assistiu ao filme, cuidado, o meu comentário está cheio de spoilers.

Pontos fracos

a) O retrato de Deus. Marcião ficaria feliz com esse filme,  pois seria a prova cabal de sua tese: o deus do Antigo Testamento é mau e nada tem com Cristo Jesus. No longa Deus parece mais um ídolo pagão: sempre intempestivo, inconsequente e caprichoso. Usar uma criança para retratar tamanha falta de graça e misericórdia parece ser um recurso proposital para chocar. Aliás, essa criança lembra um dos nomes do Demiurgo: Yaldabaoth, que é "a criança do caos". Não esqueço o comentário da minha irmã ao final do filme: aquele deus-garoto parecia mais com os demônios que atormentavam a Judas Iscariotes no filme The Passion of The Christ (EUA, 2004). No ateísmo de Scott Deus sempre é um sujeito amargo e isso já estava claro no filme Kingdom of Heaven, como dito acima.

b) O duelo de egos.  Resumir a libertação do Egito a um duelo de egos entre o irmão adotivo competente e o irmão legítimo fraco?! Bom, é um Shakespeare com Freud meio água com açúcar. Esse ponto talvez seja o pior do filme.


c) A gritaria contra esse “Deus, o matador de crianças”. Essa cena é simplesmente ridícula. Na hora pensei que os egípcios de 4 mil anos atrás já tinham passado pela modernidade. Seriam leitores de Jean-Jacques Rousseau? Ora, ora, nenhum povo naquele período xingaria uma divindade como “matadora de crianças”, logo porque esse tipo de sensibilidade não fazia parte do discurso religioso e político da época. Aliás, esses povos nem conheciam o conceito de criança como nós conhecemos hoje. Só na Idade Moderna é que a criança ganhou o status de um ser social. Antes era apenas um adulto em miniatura.

Pontos fortes


a) A lei é dada como uma instituição para base do povo israelita. A frase de Deus dizendo que “daria a lei porque líderes vacilam enquanto as pedras permanecem” é simplesmente fantástica. Scott captou muito bem a essência do Decálogo nessa simples cena.

b) A cena do luto noturno no Egito com a morte dos primogênitos. É uma cena forte e ao mesmo tempo que retrata bem o que o texto bíblico quis dizer: “E houve grande pranto no Egito, pois não havia casa que não houvesse um morto” [Êxodo 12.30].

c) A cena onde Faraó exalta sua grandeza entre cadáveres do seu exército. É uma cena bonita, forte e com a velha e boa advertência contra a vacuidade.


É isso. No geral é um filme que merece nota 6. É medíocre não porque não seja bíblico, mas porque substituiu uma história forte por um roteiro mais fraco e até clichê.

Fonte: Blog Teologia Pentecostal