quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

PASTOR DARCKSON LIRA FOI ASSASSINADO EM FORTALEZA



NÃO CONHECIA O IRMÃO DARCKSON LIRA PESSOALMENTE, MAS É PASTOR DESDE O TEMPO EM QUE ME CONVERTI E FICOU MUITO CONHECIDO POR SEU TRABALHO NA IGREJA E PELOS SEUS SERMÕES. SEGUE ABAIXO A REPORTAGEM DO JORNAL O POVO:

Um pastor foi vítima de latrocínio (roubo seguido de homicídio), na avenida Heráclito Graça, no bairro Centro, na madrugada desta quarta-feira, por volta de 1h30min. O pastor Darckson Lira levou um total de 12 facadas após ser abordado por assaltantes na avenida, nas proximidades de sua residência, enquanto voltava da igreja.


Os assaltantes, Fatunino e Ronald, foram presos em flagrante e já foram foram detidos pela Polícia e encaminhados ao 34º Distrito Policial, no Centro. Eles chegaram a levar o pastor e seu carro. O corpo de Darckson foi deixado na avenida Duque de Caxias. Os suspeitos colidiram o veículo nas proximidades da Praça da Bandeira.

Fatunino e Ronald devem prestar depoimento ao delegado Romero Almeida, ainda na manhã desta quarta-feira, 25.

O pastor Darckson Lira, dirigente da Igreja Batista Vale de Bênçãos, era conhecido internacionalmente por sua defesa ao próximo e como orador. 

FONTE: http://www.opovo.com.br/app/fortaleza/2015/02/25/noticiafortaleza,3398021/pastor-e-morto-a-tiros-durante-assalto-nesta-madrugada.shtml

MAIOR LÍDER MUÇULMANO DA ARABIA SAUDITA PEDE A DESTRUIÇÃO DE TODAS AS IGREJAS CRISTÃS



O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, maior líder religioso do país onde Maomé nasceu, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região.”
Tal comentário do líder muçulmano foi uma resposta ao questionamento de uma delegação do Kuwait, onde um membro do parlamento recentemente também pediu que igrejas cristãs fossem “removidas” do país.

O grão-mufti salientou que o Kuwait era parte da Península Arábica, e por isso seria necessário destruir todas as igrejas cristãs de lá.
“Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islã teria declarou em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso que sempre foi interpretado que somente o Islã pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.

A importância dessa declaração não deve ser subestimada, enfatiza Ibrahim: “O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o Islã para o mundo. Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás  [estudiosos islâmicos] e presidente do Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas.  Quando se trata do que o Islã prega, suas palavras são imensamente importantes “.

No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos  últimos meses. Especialmente nos países onde as facções militares islâmicas têm aproveitado o vácuo de poder criado pelas revoluções da chamada “Primavera árabe”, como Egito, Líbia e Tunísia, Jordânia, Marrocos, Síria e Iêmen.

Os cristãos coptas, por exemplo, que vivem no Egito há milênios estão relatando níveis mais elevados de perseguição de muçulmanos. No Norte de África, os muçulmanos prometeram erradicar o cristianismo em alguns países, como a Nigéria. No Iraque, onde os cristãos tinham algumas vantagens durante o governo de forte Saddam Hussein, populações cristãs inteiras fugiram. O Irã também tem prendido crentes e fechado igrejas mais do que de costume.

Ibrahim escreveu ainda em sua coluna: “Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islã, por exemplo, uma pastor desconhecido qualquer,  imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas, imaginem o frenesi da mídia ocidental. Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente  “intolerância” e “islamofobia”, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reação dos políticos”.

O estudioso acredita que uma onda de perseguição sem precedentes está prestes a ser iniciada na região, que ainda testemunha Israel e Irã viverem ameaçando constantemente fazerem ataques. O resultado disso pode ser um conflito de  proporções globais.  

***
Traduzido e adaptado de Arabian Business e WND, via Gospel Prime

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

BABILÔNIA, A NOVA NOVELA DA GLOBO: PROSTITUIÇÃO, ROMANCE GAY JOVEM E OCTOGENÁRIO

Romance lésbico octogenário de Em

A Rede Globo, desde que introduziu em suas telenovelas a questão da homossexualidade, para usar um termo que agrada aos gays, não parou mais de tratar sobre o tema. Com a clara intenção de agradar ao público LGBT e porque, como formadora de opinião, quer convencer o outro público, tido de um modo geral como supersticioso e homofóbico, de que os gays nascem gays e que têm sua opção sexual por natureza. Mas, não é somente nas telenovelas que a RGT investe pesado no “novo comportamento da sociedade”, pois esse tipo de publicidade está no Big Brother e nos programas mais variados na telinha da emissora. Desta feita, porém, a emissora da família Marinho, quer alcançar tanto os jovens como os mais velhos, aqueles que ainda "resistem" ao novo padrão por estarem presos a "tabus". E para não dar um tiro no pé, os autores convidaram duas atrizes de peso e de muita credibilidade junto ao povo brasileiro: Fernanda Montenegro e Nathália Timberg.  É mais um desserviço da Rede Globo para a sociedade brasileira.

Mesmo com sua estreia estando prevista apenas para março do ano que vem, "Babilônia", novela que substituirá "Império" na faixa das 21h , já repercute fora do Brasil.
 
A ideia do trio de autores Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga de introduzir um romance octogenário, o qual será defendido pelas atrizes Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg, foi destaque de uma matéria do El Comércio. O jornal é um dos mais lidos do Peru.

Também foi inserida uma fala de Ricardo Linhares em declaração recente ao Estadão: "Quando a novela começa, elas formalizarão sua união pela lei".
 
Ele ainda acrescenta falando que Fernanda e Nathalia abordarão um preconceito retroativo, já que as personagens chocaram a sociedade há 30 anos ao largarem seus maridos e partirem para uma união. "Elas foram pioneiras, foram vítimas de preconceito, mas continuaram e abriram as portas para outras gerações", pontuou o roteirista.
 
"Babilônia" tem previsão de estreia para março do ano que vem.

"As novelas brasileiras continuam apostando no retrato das mudanças que a sociedade atravessa na telinha. Agora em sua próxima produção do horário nobre, a Globo apresentará um casal homossexual octogenários", salientou a publicação.


Marcello Melo Jr. estará de volta às novelas em "Babilônia", próxima trama das nove da Globo. Ele vai interpretar Ivan, um professor de slackline e homossexual assumido.

Na história de Gilberto Braga, João Ximenes Braga e Ricardo Linhares, Ivan terá um caso com Carlos Alberto (Marcos Pasquim), de quem será instrutor no esporte. Diferente do professor, o aluno se importa com a opinião dos outros e por isso sua opção sexual não é revelada nem para a família e amigos.

Carlos também enfrentará um outro grande problema. É que seu filho Fred (Filipe Monteiro) desconhece a homossexualidade do pai e é extremamente preconceituoso. O rapaz é um dos jovens na trama que persegue Rafael (Chay Suede), que foi criado pelo casal Estela (Nathalia Timberg) e Teresa (Fernanda Montenegro).

Outro tema polêmico que será abordado em "Babilônia" será a prostituição. Sophie Charlotte irá interpretar a prostituta de luxo Alice, filha de Inês (Adriana Esteves). 

O cafetão delas é o vilão Murilo, papel de Bruno Gagliasso. 

"Babilônia" estreia em março na Globo, substituindo "Império".

http://natelinha.ne10.uol.com.br/novelas/2015/02/22/em-babilonia-marcello-melo-jr-vivera-romance-com-marcos-pasquim-85920.php

domingo, 22 de fevereiro de 2015

DAVI MIRANDA PASSOU PARA A ETERNIDADE


NOTA DE FALECIMENTO - David Martins Miranda - Fundador da Igreja Deus é amor - 21.02.2015

É com pesar que registro falecimento do missionário David Martins Miranda, fundador da Igreja Pentecostal Deus é amor.

David Miranda, como era conhecido,  morreu aos 79 anos no final da noite de Sábado (21), após sofrer um infarto.

A informação foi divulgada oficialmente na rede de rádio mantida pela igreja.



A Deus é amor foi fundada em Junho de 1962 e hoje possui mais de onze mil templos espalhados pelo Brasil e outro 136 países. Um dos marcos patrimoniais da Igreja, foi a inauguração em 2004, da sua atual sede, o Templo da Glória de Deus na Avenida do Estado na capital de São Paulo.

Filho do agricultor Roberto Martins de Miranda e da dona de casa Anália Miranda Paraná, David Miranda mudou-se para São Paulo em abril de 1958, ainda jovem, onde se converteu ao pentecostalismo em 6 de Julho 1958 na Igreja Cristã Pentecostal Maravilhas de Jesus, dirigida na época pelo Pr. Leonel Silva.
Até a década de 1960, a grande maioria das igrejas pentecostais eram radicalmente contrárias à política, ao divórcio, à televisão e outras práticas, mas no final desta década muitos desses costumes foram abolidos e práticas modernas começaram a ser aceitas. Não conformado, David Miranda fundou um ministério em 1962, no bairro de Vila Maria, mudando-se posteriormente para a baixada do Glicério. O nome: Igreja Pentecostal Deus é Amor, segundo conta o Missionário em sua autobiografia, foi revelado pelo próprio Deus numa madrugada de oração.
Casou-se em 12 de Junho de 1965, com Ereni Oliveira de Miranda, com quem teve 4 filhos: Pr. David Miranda Filho, Pr. Daniel Miranda, Cantora Débora Miranda de Almeida e Léia Miranda.

Débora Miranda, que também é Diretora da igreja, lamentou a morte do pai numa postagem no Facebook.

Muitos frequentadores da igreja usaram as redes sociais durante a madrugada para lamentar a morte de David Miranda.


O corpo do fundador da igreja Deus é amor será velado a partir das 8 horas no templo localizado na avenida do Estado.

Que o Espírito Santo console os corações dos familiares, bem como de todos os membros da Igreja.

FONTE: 
http://www.pointrhema.com.br/2015/02/nota-de-falecimento-david-martins.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FeeSwO+%28POINT+RHEMA%29

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

PASTOR É PRESO POR SUPOSTA OFENSA A HOMOSSEXUAIS


Grupo ateísta quer prisão de todos os pastores que se colocam contra gays

O dirigente do Movimento de Integração e Libertação Homossexual (MOVILH) do Chile, Rolando Jiménez, e o pastor evangélico Javier Soto protagonizarem uma manifestação, tida como desordeira, nos arredores do parlamento do Chile, na capital Santiago, no final do ano passado.
O incidente ocorreu em dezembro, quando o pastor Soto e um grupo de evangélicos protestava contra a aprovação do casamento gay no Chile. Do outro lado, membros do movimento LGBT defendiam os direitos iguais.
Em determinado momento, o pastor adentrou a Câmara, durante a votação.  “Isso é uma vergonha, homens com homens”, criticava o pastor, afirmando que os deputados eram “sujos” e iriam “para o inferno”.
Após o incidente, o presidente da Comissão de Constituição, deputado Ricardo Rincón disse que investigaria como o pastor entrou na reunião. Soto afirma que recebeu convite para assistir a votação do deputado evangélico Jorge Sabag.
Ouvido pela polícia e liberado, poucos dias depois, o pastor Soto foi preso, acusado de ofender e agredir o porta-voz da organização liderada por Jiménez. Ele foi condenado a uma pena de 541 dias de prisão.
O porta-voz do MOVILH, entrou com a ação em 29 de dezembro, afirmando que ele e membros do movimento eram “constantemente perseguidos” por Soto e outros evangélicos.
Diante do tribunal, Soto teve a oportunidade de admitir a agressão e com isso teria sua pena reduzida para 60 dias. Como negou, o juiz decidiu dar-lhe a pena máxima.
Questionado sobre sua postura, afirmou que a decisão foi “correta, porque não somos covardes. Temos de defender aquilo que acreditamos”. Insistiu ainda que está sendo vítima de perseguição por estar denunciando a “perversão e obscenidade” do movimento gay.
“O que me dá força é que devo continuar a pregar o evangelho. Se for o caso de agora pregar somente aos presos, pregaremos”, finalizou.
Enquanto isso, a Sociedade Ateísta do Chile, na figura de seu vice-presidente, Fernando González, está “comemorando” a prisão e pedindo que isso sirva de “exemplo” para todos os pastores que apresentam um “discurso de ódio” em público, não apenas contra os gays, mas contra qualquer pessoa. A González está pedindo que as autoridades sejam mais duras contra os líderes religiosos.
Com informações

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

IGREJA BATISTA NO RIO TEM BLOCO DE CARNAVAL PARA EVANGELIZAR COM AXÉ, SAMBA E PAGODE...É OS TEMPOS MUDARAM!

Bloco evangélico desfila oficialmente no Carnaval do Rio

A Igreja Batista Central da Barra da Tijuca tem um bloco carnavalesco chamado “Sou Cheio de Amor”. Um projeto evangelístico que agora recebeu autorização para desfilar oficialmente durante o Carnaval do Rio de Janeiro.
Este é o segundo ano que o bloco vai sair às ruas, mas o primeiro confirmado dentro do circuito que sai da praia do Recreio. O desfile vai acontecer no dia 17 de fevereiro às 14h tendo participação da banda Cheio de Amor, que trará canções em axé, samba e pagode.
O tema deste ano é “O Sangue Libertador”, e o versículo de inspiração é Isaías 61:1 que diz: “… Enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos…”
Milhares de pessoas devem acompanhar o trio, para ficar perto do bloco é preciso adquirir a camisa que custa R$ 20 e ainda contribuir com 1 kg de alimento não perecível. Os alimentos doados serão destinados às 12 instituições sociais apoiadas pela IBC Barra.
O Bloco Sou Cheio de Amor tem como objetivo evangelizar as pessoas que curtem o carnaval, levando a mensagem de Jesus através da música. Ao longo do percurso o evangelismo corpo a corpo é feito por voluntários da igreja e o pastor Josué Valandro Júnior, presidente da IBC, ainda participa levando uma palavra.
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/bloco-gospel-carnaval-rio-de-janeiro/

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

DEBATE ACALORADO ENTRE ASSEMBLEIANOS E ADVENTISTAS SOBRE O SÁBADO. PARTICIPE!

O site www.assembleia.org.br publicou o estudo da Escola Bíblica Dominical. Desde sua publicação, surgiu um sadio e acalorado debate sobre a guarda do Quarto Mandamento. Caso queira defender a posição assembleiana, sugerimos que acesse o endereço a seguir: http://escoladominical.assembleia.org.br/licao-6-santificaras-o-sabado/ 
Segue o texto publicado: um resumo do conteúdo de nossas revistas da EBD.
INTRODUÇÃO
As controvérsias deste mandamento giram em torno da sua interpretação. Temos aqui a relação trabalho-repouso e ao mesmo tempo o relacionamento de Deus com Israel. A necessidade de um dia de repouso após seis jornadas de trabalho é universal, mas o sábado é um presente de Deus para Israel. O mandamento de santificar o sábado é mais bem compreendido quando se conhece o propósito pelo qual ele foi dado.
I. O SÁBADO DA CRIAÇÃO
  1. O shabat. Deus celebrou o sétimo dia após a criação e abençoou este dia e o santificou (Gn 2.2,3). Aqui está a base do sábado institucional e do sábado legal. O sábado legal não foi instituído aqui; isso só aconteceu com a promulgação da lei. O substantivo shabbat, “sábado”, não aparece aqui, na criação. Surge pela primeira vez no evento do maná (Êx 16.22,23). A Septuaginta emprega a palavra sabbaton, “sábado, semana”, a mesma usada no Novo Testamento grego.
  2. Deus concluiu a criação no dia sétimo. Deus completou a sua obra da criação no sétimo dia. Deus “descansou” ou seja, cessou, é o significado do verbo hebraico usado aqui, shabat, “cessar, desistir, descansar” (Gn 8.22; Jó 32.1; Ez 16.41). Esse descanso é sinônimo de cessar de criar, e indica a obra concluída. Não se trata de ociosidade, pois Deus não para e nem se cansa (Is 40.28; Jo 5.17).
  3. A bênção de Deus sobre o sétimo dia. Ele abençoou e santificou o sétimo dia como um repouso contínuo, na dispensação da inocência, mas isso foi interrompido por causa do pecado. Agostinho de Hipona lembra que não houve tarde no dia sétimo, e afirma que Deus o santificou para que esse dia permanecesse para sempre (Confissões, Livro XIII, 36). O sábado da criação aponta para o descanso de Deus ao mundo inteiro no fim dos tempos: “Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus” (Hb 4.9).
II. O SÁBADO INSTITUCIONAL
  1. Desde a criação. É o sábado para descanso de todos os povos. É uma questão moral que Deus estabeleceu para a raça humana ao comemorar a criação. Tornou modelo e uma forma natural para toda a raça humana. É a ordem natural das coisas: os campos precisam de repouso, as máquinas necessitam parar para manutenção e assim por diante (Lv 25.4). O sábado institucional, portanto, não se refere ao sétimo dia da semana; pode ser qualquer dia ou um período de descanso (Hb 4.8).
  2. Não era mandamento. O sétimo dia da criação não era mandamento, mas revela a necessidade natural do descanso de toda a natureza. O repouso noturno de cada dia não é suficiente para isso. Deus abençoou e santificou esse dia não somente para comemorar a obra da criação mas para que, nesse dia, todos cessem o trabalho e assim descansem física e mentalmente para oferecer o seu culto de adoração a Deus.
  3. Os patriarcas não guardaram o sábado. O livro de Gênesis não menciona os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó observando o sábado. Segundo Justino, o Mártir, Abraão e seus descendentes até o Sinai agradaram a Deus sem o sábado (Diálogo com Trifão 19.5). Irineu de Lião diz que Abraão, “sem circuncisão e sem observância do sábado, ‘acreditou em Deus e lhe foi imputado a justiça e foi chamado amigo de Deus’” (Contra as Heresias, Livro IV, 16.2).
III. O SÁBADO LEGAL
  1. Significado. É o sétimo dia da semana no calendário judaico, marcado para repouso e adoração. Foi introduzido no mundo pela lei; é o sábado legal dado aos israelitas no Sinai. Nenhum outro povo na história recebeu a ordem para guardar esse dia; é exclusividade de Israel (Êx 31.13,17). O sábado e a circuncisão são os dois sinais distintivos do povo judeu ao longo dos séculos (Gn 17.11).
  2. O sábado do Decálogo. A expressão “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar” (Êx 20.8), remete a uma reminiscência histórica e, sem dúvida alguma, Israel já conhecia o sábado nessa ocasião. Mas parece não ser referência ao sábado da criação. Ele aparece na promulgação da lei (Êx 20.11), contudo, essa reminiscência não reaparece em Deuteronômio (Dt 5.12-15). Trata-se, com certeza, do sábado que o povo não levou a sério no deserto (Êx 16.22-29).
  3. Propósito. A instituição do sábado legal no Decálogo tinha um propósito duplo: social e espiritual. Cessar os trabalhos a cada seis dias de labor era dar descanso aos seres humanos e aos animais e dedicar um dia para adoração a Deus. É um memorial da libertação do Egito (Dt 5.15). Duas vezes é dito que o sábado é um sinal distintivo entre Deus e a nação de Israel (Êx 31.13,17).
IV. UM PRECEITO CERIMONIAL
  1. O sacerdote no Templo. O Senhor Jesus Cristo disse mais de uma vez que a guarda do sábado é um preceito cerimonial. Ele colocou o quarto mandamento na mesma categoria dos pães da proposição (Mt 12.2-4). Veja ainda a que Jesus se referia quando falou a respeito desse ritual mencionado em Êxodo 29.33, Levítico 22.10 e 1 Samuel 21.6. Disse igualmente que “os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa” (Mt 12.5), ao passo que não existe concessão para preceitos morais.
  2. A circuncisão no sábado. Se o oitavo dia da circuncisão do menino coincidir com um sábado, ela tem que ser feita no sábado, nem antes e nem depois. Assim, Jesus mais uma vez declara o quarto mandamento como preceito cerimonial e coloca a circuncisão acima do sábado (Jo 7.22,23 cf. Lv 12.3). Um mandamento moral é obrigatório por sua própria natureza.
V. O SENHOR DO SÁBADO
  1. O sábado e a tradição dos anciãos. Os quatro evangelhos registram os conflitos entre Jesus e os fariseus sobre a interpretação do sábado. A tradição dos anciãos criou 39 proibições concernentes ao sábado, mas o Senhor Jesus disse que é “lícito fazer bem no sábado” (Mt 12.12). Isso Ele fez (Mc 3.1-5; Lc 13.10-13; 14.1-6; Jo 5.8-18; 9.6,7,16) e, por isso, nós devemos fazer o bem, não importa qual seja o dia da semana.
  2. Jesus é o Senhor do sábado (Mc 2.28). O sábado veio de Deus e somente Ele tem autoridade sobre essa instituição. Então, não há outro no universo investido de tamanha autoridade, senão o Filho de Deus. A expressão “o Filho do Homem”, no singular, é título messiânico, não é usual ou comum às outras pessoas. Está claro que Jesus se referia a Ele mesmo. Jesus disse que os seres humanos não foram criados para observar o sábado, mas que o sábado foi criado para o benefício deles (Mc 2.27).
  3. Dia do culto cristão. O primeiro culto cristão aconteceu no domingo e da mesma forma o segundo (Jo 20.19,26). Nesse dia o Senhor Jesus ressuscitou dentre os mortos (Mc 16.16). O dia do Senhor foi instituído como o dia de culto, sem decreto e norma legal, pelos primeiros cristãos desde os tempos apostólicos (At 20.7; 1Co 16.2; Ap 1.10). É o “sábado” cristão! O sábado legal e todo o sistema mosaico foram encravados na cruz (Cl 2.16,17), foram revogados e anulados (2Co 3.7-11; Hb 8.13). O Senhor Jesus cumpriu a lei (Mt 5.17,18), agora vivemos sob a graça (Jo 1.17; Rm 6.14).
CONCLUSÃO
A palavra profética anunciava o fim do sábado legal (Jr 31.31-33; Os 2.11). Isso se cumpriu com a chegada do novo concerto (Hb 8.8-12). Exigir a guarda do sábado como condição para a salvação não é cristianismo e caracteriza-se como doutrina de uma seita.
PARA REFLETIR
Sobre o Sábado:
Quando Deus descansou no sétimo dia, Ele parou de trabalhar?
O sábado institucional resgata a ordem natural das coisas. Explique.
É pecado trabalhar no domingo, o dia do Senhor? Quem não guardar o sábado pode perder a salvação?
Por que o domingo é “o dia do Senhor” para os cristãos?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

TRANSEXUAL É ORDENADA PASTORA NA IGREJA BATISTA EM WASHINGTON

























A Calvary Baptist Church, em Washington ordenou recentemente a transexual Allyson Robinson para o ministérioevangélico. Allyson, anteriormente era conhecida como Daniel Robinson, participou do Seminário Teológico George W. Truett e já havia pastoreado uma igreja no Texas como um homem.

Segundo a Associated Baptist Press, Robinson começou a atuar no pastoreio da Calvary Baptist Church no dia 23 de junho. Em uma convocação temporária, ela deve ajudar nas pregações, aconselhamento, e outros deveres pastorais juntamente com os diáconos.

A ordenação de Robinson se deu no dia 15 de junho, e foi oficializada antes da partida do pastor Amy Butler para se tornar ministro sênior da histórica e progressista Igreja Riverside, em Nova York.
- Allyson Dylan Robinson é uma ministra do evangelho, treinada para a tarefa, e ordenada ao ministério evangélico por outra comunidade em que ela já havia servido. (…) Ao longo de sua jornada, Deus convidou-a a entrar no testemunho fiel de uma nova identidade, uma identidade verdadeira, e um novo nome – disse Butler.

- Embora nós sempre a conhecemos como Allyson, ela foi ordenado com um nome diferente – completou o pastor.
Robinson é ativista dos direitos LGBT e já trabalhou no passado para a Campanha de Direitos Humanos e comodiretor-executivo da OutServe, uma rede de gays nas forças armadas. Ela tem experiência anterior no ministério pastoral, incluindo cinco anos na Igreja Batista em Portugal e como pastor da Meadow Oaks Baptist Church, em Temple, Texas, enquanto estudava no Seminário Truett entre 2005 e 2007.

Graduado em 1994 na Academia Militar dos Estados Unidos em West Point, Robinson foi contratado como um oficial do exército. Então conhecido como Daniel Robinson, ele comandou as unidades de mísseis Patriot na Europa e no Oriente Médio, serviu como instrutor/avaliador sênior para a OTAN e foi um conselheiro para as forças armadas da Arábia Saudita, Kuwait e Qatar.

Ela renunciou seu trabalho militar em 1999 para seguir uma vocação para o ministério cristão. Matriculou-se em Truett com a intenção de continuar no ministério como um homem cristão, mas seus primeiros semestres acabaram se tornando uma busca interior em torno das questões de identidade de gênero que o tinha assombrado desde a infância.

Robinson chegou a pensar em suicídio, e então começou a fazer terapia. Então, ele revelou aos seus entes queridos sobre o seu desejo de viver como uma mulher, mas adiou a revelação pública dessa sua nova identidade até sua formatura no Truett em dezembro de 2007, por causa das políticas da universidade sobre a homossexualidade.

Eva Powell, presidente da comissão de pessoal da Calvary Baptist Church afirma que a decisão do conselho de liderança da igreja para selecionar Robinson como pastora foi unânime e um indicativo da longa tradição da congregação de se esforçar “para nos abrir para o movimento do Espírito de Deus em nossas vidas individuais e da vida de nossa comunidade”.

FONTE: http://www.libertar.in/2014/07/escandalo-transexual-e-ordenada-como_15.html