sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

PARA O ANO DE 2014: ORAR AINDA É O MELHOR REMÉDIO


( Breve reflexão sobre a oração do profeta Habacuque )

Habacuque: 3:17-19 - "Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação. O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas”.

Quando lemos o Livro do Profeta Habacuque, temos a nítida impressão de estarmos diante de um escritor inteligente e ao mesmo tempo sensível. Seu diálogo com Deus nos capítulos 1 e 2 nos faz enxergar um patamar de intimidade com o Divino pouco visto nas Escrituras. Sua postura frente aos pecados de Judá e seu questionamento ante o método usado por Deus para trazer justiça ao seu povo, revelam um caráter moldado pela oração, um ministério envolto no canto e na adoração. O último capítulo é um cântico de louvor e exaltação a Deus por compreender Seu processo para trazer a paz.

Quantas vezes não entendemos o modo de Deus agir e, por vezes, não sabemos o porquê de Ele permitir a doença, o desemprego, a angústia, o problema na vida conjugal e até o desespero frente aos problemas que julgamos insolúveis. Todavia, no diálogo com Deus, ou seja, na oração, Habacuque encontra a resposta para suas dúvidas e questionamentos. À espera de Deus na Torre de Vigia, ele pôde ver o fim do ímpio e do justo, e compreender que Deus é Soberano e que está no controle de todas as coisas. Ainda que não entendamos o processo de Deus, devemos nos colocar em oração em nossa torre e esperar a resposta para nossas causas, pois servimos a um Deus fiel e bondoso.

Portanto ainda que não haja explicação médica convincente e solução para o quadro clínico anunciado, ainda que os problemas se avolumem sobre nossas cabeças nos tirando a paz, ainda que não entendamos o problema da escassez ou a ausência do melhor amigo, ainda que o desemprego bata nossa porta, e o medo do futuro queira nos fazer descrer da Promessa, creremos NEle e nos colocaremos humildes em oração até que passem as tempestades e as calamidades, e venham os tempos de bonança e refrigério pela resposta de Deus. Ainda que mudem as leis e os tempos, creremos NEle e O exaltaremos por Sua grandeza e bondade (Sl. 46. 2,3; Jó 13.15; Sl. 23.4).

Ainda que a pobreza e a miséria nunca venham a ser erradicadas; ainda que a violência e o grito de suas vítimas sobreponham-se ao louvor das igrejas; ainda que o ímpio governe, decrete leis injustas e persiga a Igreja; ainda que muitas denominações não honrem o nome do cristianismo histórico e blasfemem das doutrinas ortodoxas; ainda que as heresias proliferem no seio do cristianismo hodierno, creremos NEle e exaltaremos o Deus de nossa salvação.

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

HOMEM QUE AGREDIU TORCEDOR COM PAU E PREGO TOCAVA EM IGREJA EVANGÉLICA

Leone com um pedaço de pau com prego na ponta, em Joinville

Leone com um pedaço de pau com prego na ponta, em Joinville Foto: Giuliano Gomes / Folhapress

TRATA-SE, CERTAMENTE, DE ALGUÉM DESVIADO DOS CAMINHOS DO SENHOR. A MÍDIA SECULAR, PORÉM, NÃO SABE A DIFERENÇA OU NÃO QUER FAZER ESSA LEITURA. CONTUDO, NADA JUSTIFICA OS ATOS DE SELVAGERIA QUE CHOCOU O MUNDO NO DOMINGO PASSADO. ISSO PARA VERMOS QUE O HOMEM AFASTADO DE DEUS É UM SELVAGEM, CAPAZ DE COMETER A MAIS CRUEL BARBÁRIE.

Para os moradores de Austin, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, as cenas de selvageria protagonizadas pelo vascaíno Leone Mendes da Silva, de 23 anos, não combinam com o descontraído e pacato barbeiro do bairro, ex-saxofonista da banda da igreja evangélica local.
— Ele sempre torceu pelo Vasco, mas esse fanatismo aumentou com o tempo. Eu sempre falando: “Meu filho, larga isso de jogo, de torcida”. Mas nunca pensei que ele faria uma coisa dessas. Eu preciso que ele me explique o que aconteceu lá. Ele é um rapaz bom — avaliou, entre lágrimas, Cleuza Mendes da Silva, de 48 anos, mãe de Leone. Eles ainda não se falaram depois da prisão.
Solteiro e filho único, é o barbeiro quem sustenta a casa, construída no mesmo terreno utilizado por outros parentes. A braçadeira de capitão do lar foi transferida em definitivo há cerca de três anos, depois que ele terminou o Ensino Médio e Cleuza sofreu um derrame.
— Ele ajudou muito a mãe nessa época. Tantos remédios que comprou! — defende a tia, que não se identificou. Os vizinhos jogam no mesmo time da tia, numa tática de defesa calçada em rápidos elogios anônimos.
— Eu estou realmente surpresa. Ele foi aluno do meu marido, frequentou a minha casa e sempre foi uma ótima pessoa. Não sei o que aconteceu — diz a moradora da esquina.
O grupo de vizinhos da frente, incluindo um jovem devidamente uniformizado com a camisa da torcida organizada, garante que Leone nunca criou problemas nas partidas que acompanhou.
— Ele ia mais a jogos no Rio e São Paulo. Acho que longe assim esse foi o primeiro. Nunca ouvi dizer dele envolvido em briga. Nem machucado ele voltava — relatou um homem.
A mãe reclama de jogo sujo, e diz que fará de tudo para que as partidas com a Justiça seja disputadas em casa, no Rio de Janeiro.
— Eu não tenho dinheiro agora, mas se for preciso vendo até a casa. Eu quero que saibam que tenho ciência que o que ele fez foi errado. Não estou passando a mão na cabeça dele, mas ele tem 23 anos, emprego, carro e um salão. É trabalhador — desabafou Cleuza.
Cleusa, mãe de Leone, sofre com a prisão do filho
Cleusa, mãe de Leone, sofre com a prisão do filho Foto: Paulo Nicolella / Extra
De acordo com ela, os organizadores é que erraram ao deixar uma partida de futebol decisiva e com tantos torcedores acontecer sem apoio policial.
— Mostram ele, mas como pode milhares de pessoas juntas sem policiamento, sem segurança? O organizador desse jogo queria mesmo uma tragédia.
Enquanto o filho está detido na Penitenciária Regional de Joinville, aguardando os trâmites do processo que responde por tentativa de homicídio, a mãe reza.
— Eu oro que isso sirva para ele voltar para os pés do Senhor e para mim. Também peço que o jovem ferido fique bem, para dar paz à mãe dele, que está sofrendo tanto quanto eu. Porque houve má organização, mas nós que sofremos — arrematou.



segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

ENTREVISTADOR DO IG EDITA TEXTO TIRANDO FALAS DA MARA MARAVILHA SOBRE SEU AMOR A JESUS

Não é de hoje que vemos na mídia uma evidente e desvelada perseguição contra o povo evangélico. Acabei de ler o chamado para acompanhar uma entrevista com a ex-apresentadora infantil Mara Maravilha, hoje evangélica, em que o entrevistador admite com toda naturalidade ter pinçado e retirado do texto "MUITAS PARTE" (sic) em que a entrevistada fala do seu amor por Jesus. Ora, ora, por que não pode ser publicada a matéria na íntegra? É bem verdade que algumas "celebridades" evangélicas as vezes abusam nas entrevistas, falando somente de Jesus, mas pergunto falar de Jesus é ilegal ou imoral? Falar do seu amor por Ele é tão impublicável assim ou será que não dá ibope? Seria preconceito contra os evangélicos? Fico com a última pergunta. POR QUE SERÁ QUE O NOME DE JESUS INCOMODA TANTO ESSA GENTE?
Não conheço a Mara, não sou seu fã e nem tenho procuração para defendê-la, porém, entendo que toda entrevista deveria ser publicada na íntegra em respeito ao entrevistado e ao público leitor. Não li a entrevista, mas passei os olhos sobre todo o texto e posso garantir que, se não for reeditado, poderiam trocar a expressão MUITAS por TODAS, pois em nenhum momento reproduziram o que a entrevistada falou de seu amor por Jesus. Que respeito e credibilidade tem um "jornalista" desses e sua coluna? Fica aqui o meu protesto. Abaixo, a chamada para a leitura do encontro entre entrevistador e entrevistada: 
A entrevistada de hoje chama-se Eliemary Silva da Silveira, ou simplesmente é Mara Maravilha, que ficou famosa na década de 80 quando ganhou um programa infantil no SBT. Recentemente, ela ganhou uma má fama de homofóbica, que talvez lhe caia muito bem.
Este colunista admite que pensou duas vezes antes de entrevistá-la. Tinha medo de que ela transformasse o bate-papo numa evangelização entediante. Admitimos, portanto, que, para deixar o texto mais dinâmico, foram retirados muitas parte em que Mara fala sobre seu amor a Jesus.
Por isso, faço um pedido: dispa-se do preconceito! Conheça e divirta-se com esta sincera entrevista com Mara Maravilha.