quarta-feira, 31 de julho de 2013

EM ENTREVISTA, CARDEAL MCCARRICK, REVELA A VERDADE SOBRE A VISITA DO PAPA AO BRASIL: CONTER O AVANÇO DA IGREJA EVANGÉLICA


ESSA ENTREVISTA FOI CONCEDIDA PELO CARDEAL MCCARRICK EM 10.04.13: 
Durante um encontro na sede do Diálogo Interamericano em Washington, o cardeal e bispo emérito da capital americana, Theodore McCarrick, indicou que as viagens que Francisco tem marcadas para o Brasil, em julho, e Argentina e Chile, em setembro, poderão dar sinais esclarecedores sobre seu papel, mas deixou claro que conter o avanço da Igreja Evangélica deverá ser uma prioridade.

"Quando o papa visitar o Brasil, fará seus cidadãos verem a importância da Igreja Católica ali e o fará com entusiasmo, dirigindo-se diretamente às pessoas, fazendo-as ver que não existe uma diferença essencial entre essa confissão e a evangélica", indicou McCarrick, que esteve presente no último conclave, embora não pudesse votar por causa de sua idade (83).

Em agosto do ano passado, o então papa Bento XVI falou sobre o contexto da América Latina como uma zona onde a Igreja Católica deveria enfrentar um pluralismo religioso crescente. Nas duas últimas décadas a comunidade católica foi diminuindo às custas das igrejas evangélicas e pentecostais.

Brasil, primeiro destino de Francisco na América Latina, é um claro exemplo dessa situação. Com 123 milhões de seguidores, o país sul-americano é o que tem a maior população católica do mundo, entretanto o censo do IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2010 mostrou uma diminuição de fiéis de 10% na primeira década do século 21, devido à expansão do credo evangélico. A Igreja Evangélica brasileira já conta com 42 milhões de membros. Com 565 milhões de fiéis em todo o mundo, 107 milhões de evangélicos se encontram na América Latina e no Caribe.

McCarrick afirma que a "personalidade humilde" do novo papa impedirá o rápido avanço dos evangélicos não só na América Latina, como nos demais países em desenvolvimento. "Se ele quiser, mudará a América Latina de alto a baixo", afirma o prelado. Para a Igreja Católica, os problemas que fazem os fiéis se distanciarem de seu credo não são tanto dogmáticos quanto pastorais, e nesse sentido, segundo McCarrick, "Francisco é o melhor pastor, tem a intenção de transpor a linguagem do Concílio Vaticano 2º para o dia a dia". O cardeal de Washington mostra-se convencido de que o novo papa "desenvolverá uma relação diferente da que a Igreja Católica teve até agora na América Latina, concentrada nas elites e nos governantes. Isso vai mudar, vai ser diferente".
O antigo bispo de Washington destaca as qualidades humanas e espirituais do novo pontífice como os motores propícios para liderar essa mudança e, nesse sentido, destaca seu domínio do espanhol e do português como ferramentas para ressaltar sua intenção reformista. "Talvez não tenha o carisma de João Paulo II, mas Francisco demonstrou que sabe criar atmosferas propícias, sabe se conectar com o povo. O fato de que fala seu idioma faz que os latino-americanos o vejam como um dos seus, que o percebam como alguém próximo."

Apesar desse retorno aos princípios do Concílio Vaticano II que McCarrick prevê que o papa Francisco vai liderar, a abertura da Igreja Católica na América Latina não é completa, pelo menos por enquanto. Outro problema incrustado, o movimento da Teologia da Libertação, não parece que será resolvido em médio prazo. "É claro que a Teologia da Libertação compartilha o substrato do Concílio Vaticano II, mas o que a igreja não pode tolerar que ampare e apoie movimentos guerrilheiros e violentos", afirma McCarrick. "Sem dúvida, o compromisso do novo papa com os mais pobres e sua defesa do meio ambiente foram bem recebidos e ajudarão a estender pontes, mas a perseverança em alguns de seus princípios continuará provocando oposição no Vaticano. É o que Francisco tentará lhes explicar", indica o cardeal americano.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

VEREADORA EM FORTALEZA PROPÕE A CRIAÇÃO DO CARNAVAL GOSPEL

Vereadora do PHS é a propositora da matéria (FOTO: Genilson de Lima)
ERA SÓ O QUE FALTAVA UM CARNAVAL GOSPEL CONCORRENDO COM UM CARNAVAL MUNDANO. ISSO PORQUE A MÚSICA GOSPEL DEIXOU DE SER EXPRESSÃO DE LOUVOR E ADORAÇÃO, ENTROU NO MERCADO, TORNOU-SE BUSINESS E AGORA QUER GANHAR AS RUAS, TIDA COMO EXPRESSÃO CULTURAL DE UM POVO. PERDEU O SENTIDO SACRO, RELIGIOSO, SANTO... FALA SÉRIO, ISSO É MUITA FALTA DE PROJETO PARA A CIDADE! MAS, PODEM TER CERTEZA EXISTE UM LOBBY TERRÍVEL POR TRÁS DESSA PROPOSTA VERGONHOSA! É APENAS MAIS UM ESCÂNDALO DO EVANGELHO DA VERGONHA!
Tramita na Câmara Municipal de Fortaleza, o projeto de lei 186/2013, de autoria da vereadora Germana Soares (PHS), que institui o Carnaval Gospel no município. O projeto encontra-se na Comissão de Legislação, aguardando o parecer do relator, vereador Benigno Júnior (PSC).
A matéria estabelece que o Carnaval Gospel seja realizado anualmente durante os festejos carnavalescos. A festa contará com desfile de rua e comemorações em locais públicos da cidade. Para o evento serão convidados músicos e artistas de Igrejas Evangélicas locais e de outros estados.
Importância
Na justificativa, a parlamentar destacou a importância da música gospel como expressiva manifestação cultural. “A ideia de promover o Carnaval Gospel de Fortaleza, a exemplo do que já acontece em cidades como o Rio de Janeiro, Londrina, Olinda e Ouro Preto, é oferecer aos cidadãos fortalezenses uma festa de cunho popular diferente, em meio às comemorações do período de carnaval”, frisou.

terça-feira, 23 de julho de 2013

PAPA BEIJA CRIANÇA EVANGÉLICA E MÃE SE EMOCIONA: "ESTOU TREMENDO ATÉ AGORA", DIZ MÃE


A jovem Thaís Ramos,26, com sua filha Izadora, de um ano e oito meses, que foi beijada pelo papa

O papa Francisco parou por alguns instantes o papamóvel na esquina das ruas Araújo Porto Alegre com México, no final da tarde desta segunda-feira, para beijar e abraçar uma menina de um ano e oito meses.

Seguranças ajudaram a levar a criança até o pontífice. "Fiquei muito emocionada. A gente está tremendo até agora", disse chorando a mãe da menina Izadora, Thaís Ramos, 26.
A cabeleireira é evangélica e disse ser grata pelo gesto, mas garante que não vai mudar de religião.

Peregrinos que acompanhavam a passagem do papa, quiseram tocar e fotografar a criança para guardar de recordação.

"Esse gesto dele simboliza a renovação da igreja. Valeu muito a pena esperar para ver essa cena linda", afirmou Maria Ilza Guedes, 46, previdenciária.

O pontífice esteve bem próximo aos peregrinos no percurso de sua chegada ao Rio de Janeiro. Usou um carro comum para fazer boa parte do trajeto e permaneceu com o vidro aberto.

Os seguranças tiveram trabalho para conter o assédio dos peregrinos, que se aglomeraram diversas vezes, em especial, na parte em que o carro com o pontífice ficou bloqueado em meio a uma fila de ônibus.

Ao menos outras duas crianças também receberam um beijo do papa ao longo do trajeto, que terminou na sede do governo do Rio, com uma bênção ao povo brasileiro.

"Cristo bota fé nos jovens e confia-lhes o futuro e sua própria casa. E também os jovens botam fé em cristo", afirmou o pontífice, em discurso.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

PAPA APARECE COM "CHIFRES" NA CAPA DA REVISTA TIMES

Internautas acusam revista "Time" de colocar chifres no papa



A capa da última edição da revista americana 'Time', que destaca o papa Francisco e sua viagem ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, causou polêmica nas redes sociais. O motivo: o papa teria ficado com "chifres".
Na capa da revista na edição para Europa, Ásia e América do Sul, Francisco é descrito como o "papa do povo", que está redefinindo o papado com "humildade e candura". A capa da edição americana traz reportagem sobre o caso do garoto negro Treyvon Martin, cujo assassino confesso foi absolvido na semana passada.

O problema da capa está na imagem do papa, que foi sobreposta ao título da revista. Com isso, as pontas da letra "M" ficaram acima da cabeça de Francisco, formando algo parecido com um chifre

quinta-feira, 18 de julho de 2013

A ASSEMBLEIA DE DEUS MUDOU

Muitos têm escrito sobre isso e não quero afrontar o texto ou o pensamento de ninguém. Para mim a igreja nasceu em 12 de setembro de 1982, quando conheci o senhorio do Senhor Jesus. Que dia memorável! Passados 30 anos e não consigo esquecer a noite daquele dia. Cada detalhe está registrado na minha memória como se fossem imagens fresquíssimas. Por falar em memória, muitas são as lembranças daqueles tempos em que ouvia-se melhor louvor e a mensagem da Cruz era a tônica, seguida da doutrina da santificação e esperança da Vinda de Jesus. Que boas lembranças das manifestações espirituais genuínas regadas de comoção verdadeira em um universo e ambiente cheios de temor a Deus e de santa obediência por amor.

Não sou capaz de descrever o que ocorreu nos outros cerca de 70 anos passados desde 1982, mas o que ouço dos velhinhos que conheceram os missionários e os receberam em suas casas, do modo como procediam e do modo como nossa igreja cresceu é de tirar o fôlego! Quem viu e ouviu, como eu, Alcebíades Pereira Vasconcelos e Eurico Bergsten ensinando acerca da Bíblia, da Doutrina e Teologia Pentecostal sabe do que estou falando. Não é para se comparar com os “doutores” arrogantes em muitos de nossos congressos. Havia graça abundante nesses homens e havia um comprometimento que hoje não se vê facilmente. Sobejavam em carisma, unção, sabedoria e humildade.

Rejeito o rótulo de saudosista, pois tenho pregado e ensinado em diversos lugares que amo a igreja do meu tempo. É a melhor igreja de todos os tempos, pois é a minha igreja! Todavia, os dons eram mais abundantes no passado, as profecias eram verdadeiras e cumpriam-se cabalmente. Já nos primeiros dias de minha conversão, ouvia dos mais espirituais: “Haverá um tempo em que não teremos essa liberdade espiritual que temos hoje, por isso devemos aproveitar bem esse tempo para orar e buscar ao Senhor”. Eles estavam certos. Eu pensava que faziam referência à perseguição, mas falavam de apatia espiritual. Hoje alcançamos praticamente todo o país, somos ricos e temos uma igreja grande, forte e influente. Temos representantes em todas as esferas do poder; ótima aparelhagem de som e ótimos profissionais nessa área; templos grandes e suntuosos, com estacionamentos amplos, berçário; equipes de TV e mídia; grandes pregadores e excelentes cantores. Todavia, temos muita técnica, muitos talentos e pouquíssima inspiração. Claro que há exceções.

Tenho contato com muitas pessoas que admiram minha igreja porque foram assembleianos um dia, outro tanto que gosta dela porque seus pais são de lá, mas resolveram seguir outra igreja porque a “bléia” (expressão deles) é muito rígida e não conseguiram seguir os usos e os costumes, etc. Outros ainda saíram por conta de escândalos regionais e divisões. Que pena! Perdemos tantos membros! Muitos deles ingressaram em igrejas descompromissadas, sem um histórico doutrinário e ficaram à deriva sem saber em que crerem e muitos nem sabem explicar a razão de sua fé. Lembra bem o diálogo de Jesus com a samaritana: “Vós adorais o que não sabeis”. Vamos pagar por isso, aliás, já estamos pagando! Contudo, muitos outros se sentem felizes em suas novas denominações, o que devemos respeitar. E o que falar de igrejas fundadas por pastores que saíram da gloriosa Assembleia de Deus e estão crescendo com Graça?

Sim, mudamos! E poderíamos falar sobre mudanças de outras naturezas... Mas, aí teríamos que escrever um livro. 

Amo minha igreja, porém, será que está valendo a pena ser grande, rico, importante, influente e não ter o carisma de nossos pais? De fato o que me preocupa não é tanto o presente, mas o futuro dessa igreja tão abençoada! Penso que seria melhor discutirmos o que será dessa igreja nos próximos cem anos e o que poderíamos fazer com relação à Igreja de nossos filhos, as novas gerações! 

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

HERESIA À MODA MEDIEVAL: PAPA PERDOARÁ PECADOS DE QUEM PARTICIPAR DA JMJ PESSOALMENTE OU PELO TWITTER.

O Vaticano divulgou a oferta de indulgência --perdão fora dos sacramentos pelos pecados já perdoados-- aos fiéis que participarem da Jornada Mundial da Juventude, a ser realizada de 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro. A novidade, que é mais uma tentativa da Igreja Católica recorrer às mídias sociais para se conectar com os católicos em todo o mundo, beneficia tanto aqueles que participarem presencialmente como os que acompanharão virtualmente ou a distância  o evento.
Para beneficiar também os fiéis que não tiverem condições de embarcar para o Brasil, a Sagrada Penitenciária Apostólica do Vaticano também estendeu o privilégio para aqueles que seguem os "ritos e exercícios de piedade" do evento na televisão, rádio e através da mídia social. Mas, como ressaltou o documento, não basta seguir o papa no Twitter, é preciso participar, ainda que a distância, da Jornada Mundial da Juventude. Em entrevista ao jornal italiano "Corriere della Sera", o arcebispo Claudio Maria Celli, presidente do Pontifício Conselho de Comunicação Social, recomendou, no entanto, que os fiéis tenham cuidado. "A indulgência não poderá ser obtida com a mesma facilidade com que se obtém um café da máquina."
"Não é suficiente apenas assistir a uma missa online ou acompanhar ao vivo o pontífice em seu iPad. Estes são apenas dispositivos. O que realmente conta é que as mensagens produzam frutos espirituais autênticos no coração de todos os que acompanham a distância", diz Celli, que explica que mesmo os fiéis que não estiverem no Rio de Janeiro vão se "sentir envolvido". 

sexta-feira, 12 de julho de 2013

VEJA O VÍDEO DA "FESTA DO PIJAMA" DA IGREJA INCLUSIVA CIDADE REFÚGIO


Rô Moreira

"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.

Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados,

Mas uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários.

Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas.

De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?

Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo.

Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo." HEBREUS 10.25-31.

A Bíblia fala de uma cauterização espiritual que seria perceptível nos últimos dias e que algumas pessoas não sofreriam mais a sã Doutrina.

Estamos vivendo estes dias. É inegável o avanço da apostasia e do espírito do erro em muitas igrejas ditas cristãs. Vigiemos,pois,para que não sejamos engodados pelos apelos pecaminosos deste século e pela sedução das trevas que grassam no mundo. João diz claramente que muitos estavam em nosso meio,mas não eram de nós. Jesus disse que o joio floresceria no meio do trigo e que o mesmo só seria perceptível na colheita. Não nos inquietemos com tais imagens,elas apenas atestam que o quadro profético vaticinado por Jesus e os seus apóstolos está adiantado. Aguardemos a manifestação daquele que porá fim a toda a rebelião que se desenvolve no meio de sua Igreja. Deus abençõe a todos.



quinta-feira, 11 de julho de 2013

AS MAIS NOVAS HERESIAS DOS CRISTÃOS JUDAIZANTES MODERNOS



Por Renato Vargens

Se alguém tivesse me contado, talvez eu não acreditasse. Pois bem, o vídeo abaixo apresenta uma das maiores aberrações e heresias que já tive o desfortúnio de ver.

Para tristeza nossa uma Igreja do Evangelho Quadrangular de Belo Horizonte, construiu uma "Arca da Aliança" conduzindo-a (pasmem) em um carro de bombeiros até o templo, onde milhares de pessoas a esperavam em estado de êxtase.

Há pouco estive numa grande igreja no Rio de Janeiro que criou uma sala de oração cujo utensílio principal era uma réplica da Arca da Aliança. Numa outra comunidade cristã, encontrei junto ao púlpito  outra réplica da Arca, onde os crentes em Jesus eram desafiados a depositarem suas ofertas especiais. Noutra ocasião, soube de uma  igreja que colocou na sua liturgia, o momento mágico onde os "levitas"entrariam no templo com a Arca de Deus debaixo de muitos gritos e aplausos.

Pois é, virou moda isso. O pior é que essa galera acredita que um réplica da Arca de Moisés é a "personificação"  do próprio Deus. 

Caro leitor, sinceramente acho que esse pessoal tá usando algum tipo de alucinógeno. Ora, vamos combinar uma coisa? Aonde na Novo Testamento Cristo ou os apóstolos nos incentivam a construir réplicas da arca? Em que lugar das Escrituras encontramos base teológica para a construção e veneração de símbolos judaicos?

Prezado amigo, como já escrevi anteriormente não existem pressupostos bíblicos para que a igreja de Cristo, queira “recosturar” o véu do templo.  Sinceramente essa história de cristianismo judaizante já está passando dos limites. Se não bastasse a rescontrução da Arca da Aliança por algumas igrejas, o uso do shofar e do kipá por outras tantas mais, eis que surge alguns loucos  pregando a circuncisão, a restauração das festas judaicas, a guarda impreterível do sábado, além de incentivarem os crentes a buscarem  ligações genealógicas com o povo israelita para que possam obter nacionalidade judia, entre outras coisas.
 
Para pirorar a situação existem igrejas onde as pessoas não podem adentrar ao templo de sandálias ou sapatos e são orientadas a tirar os calçados, pois, segundo ensinam, irão pisar em terra santa. Soma-se a isso, o fato de que os cristãos judaizantes chamam  Jesus de Yeshua Hamashia e o Apóstolo Paulo de Rabino Paulo, fazendo dos ensinamentos paulinos manuais judaicos de comportamento.

Essa gente perdeu a noção das coisas. Os caras estão viajando na maionese. Chamar Paulo de Rabino é uma verdadeira sandice!  Por favor, pare, pense e responda:  Em algum momento nas Escrituras Paulo se intitula Rabino? Em suas Epístolas o encontramos assinando como rabino?  Em algum momento o vemos defendendo o seu "rabinato"? Ora, definitivamente essa galera  enlouqueceu! Lamentavelmente esse pessoal está fabricando um evengelho altamente judaizante que em muito se contrapõe ao Evangelho de Cristo.

Que Deus tenha misericórdia do seu povo!

“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.  Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes. Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor. Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade? Esta persuasão não vem daquele que vos chama. Um pouco de fermento leveda toda a massa. Confio de vós, no Senhor, que não alimentareis nenhum outro sentimento; mas aquele que vos perturba, seja ele quem for, sofrerá a condenação”. (Gl 5:10)

Sai dela povo meu!

Renato Vargens
FONTE: http://renatovargens.blogspot.com.br/2011/11/adoradores-da-arca-da-alianca.html

sexta-feira, 5 de julho de 2013

IGREJA ATUAL: CRESCIMENTO SEM PROFUNDIDADE

Por Claudionor de Andrade

Acabo de ler o último livro de John Stott (1921-2011). Publicado em 2010, O Discípulo Radical traz o adeus singelo e carinhoso do teólogo inglês: “Ao baixar minha caneta pela última vez (literalmente, pois confesso não usar computador), aos 88 anos, aventuro-me a enviar essa mensagem de despedida aos meus leitores. Sou grato pelo encorajamento, pois muitos de vocês me escreveram”. Algumas linhas adiante, despede-se ele de seus amigos e discípulos: “Mais uma vez, adeus”. O livro não é só despedida; é um alerta grave e urgente à nossa cristandade. Ao descrever o perfil da igreja evangélica atual, o irmão Stott, já bastante apreensivo, preferiu ser econômico nas palavras: “Crescimento sem profundidade”.

Constranjo-me a concordar com a análise de Stott. Sei que não devo generalizar, pois ainda há rebanhos sadios e bem nutridos. Mas a verdade é que nunca as igrejas estiveram tão cheias de crentes tão vazios. O que está acontecendo conosco? De imediato, seja-me permitido apontar dois fatores que vêm orfanando os filhos de Deus: a substituição do Cristo eterno pelo Jesus secular e a retirada da cruz da mensagem evangélica.

Ao invés do Cristo eterno, o Jesus secular
O maior inimigo de Cristo na presente década é o Jesus que nós, evangélicos, criamos no século passado. Parece que, no armário de nossa teologia, há sempre um “Jesus” pronto a justificar-nos todos os disparates e ambições. Tal Jesus, porém, está longe do Cristo morto e ressurreto do Evangelho. O interessante é que, há bem pouco tempo, não poupávamos ataques ao Jesus comunista da Teologia da Libertação. Mas acabamos por inventar um bem pior. Capitalista e terreno, nosso Jesus desenvolveu uma ação preferencial pelos ricos, e já não se acanha em especular na bolsa dos valores invertidos e efêmeros. Ele induz o povo de Deus a transformar pedras em pães, a saltar do pináculo do templo e a curvar-se ante o príncipe desta geração – o maldito e perverso Mamom.

Na promoção do Jesus capitalista, alguns mestres e doutores estão tornando o rebanho de Deus dependente de um cristianismo sem Cristo: é o ópio do atual evangelicalismo. Não foi essa, porém, a mensagem que Paulo expôs aos coríntios. Professando estar comprometido com o evangelho genuíno e radical, escreve o apóstolo: “Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1Co 2.2).

Se quisermos um crescimento com profundidade, temos de nos voltar, com urgência, ao Cristo anunciado pelos santos apóstolos: morto, crucificado e ressurreto. O Jesus do Calvário é insubstituível e inimitável.

Ao invés da Palavra de Deus, a palavra do homem

Quem prega um Jesus diferente do Cristo apostólico acabará por expor um evangelho estranho à mensagem da cruz. Assim como a Lei de Moisés nada era sem os Dez Mandamentos, de igual modo o Sermão do Monte: de nada nos valerão suas bem-aventuranças sem as reivindicações éticas do Mestre. Logo, não posso aceitar uma mensagem politicamente correta se, profeticamente, for inconsistente e permissiva. Afinal, fomos chamados a atuar como homens de Deus e não a representar como homens do povo. Nosso compromisso é com a Palavra de Deus.

Na ânsia por aumentar seus rebanhos, há pastores que retiram a cruz de suas mensagens, tornando-as mais palatáveis. Já descompromissados com o Sumo Pastor, não mais falam o que os crentes necessitam ouvir, mas o que os seus clientes querem escutar. Se estes não mais suportam a sã doutrina e, acriticamente, consomem o que lhes chega ao aprisco, por que se afadigar em servir-lhes o genuíno alimento espiritual? Ao invés do texto bíblico, um pretexto casuístico e oportunista. Não sei que nome dar a esse tipo de sermão. De uma coisa, porém, não tenho dúvidas: deve ser muito eficiente, porque infla as igrejas e engorda os rebanhos. Nesses currais, porém, as ovelhas não são fortes: são obesas de si mesmas. Embora comam muito, alimentam-se mal. Acham-se à beira da inanição. A mensagem pode ser eficiente, mas é ineficaz para nutrir as almas que anseiam por Deus.

Em toda a história da Igreja Cristã, nunca se consumiu tantos livros e sermões. E, apesar disso, nunca se viu tantos crentes gordos de si e magros de Deus. Essa gente enche os templos e inflaciona as estatísticas, gerando um crescimento raso.

Não sou contra o aumento do rebanho de Cristo. Se o Evangelho é pregado é natural que se distendam os redis. Haja vista a Igreja Primitiva. Passados trinta anos, desde o Pentecostes, as conversões multiplicaram-se em Jerusalém, tomaram toda a Judeia e Samaria, alcançando os confins da terra. Aliás, havia convertidos até mesmo na casa de César. Mas era crescimento profundo e radical – enraizado na doutrina dos santos apóstolos.

Só pode haver crescimento genuíno com maturidade espiritual. Há uma grande diferença entre o fruto que por si mesmo amadurece e o que é posto na estufa. Este pode ser até maior, mas jamais terá a doçura daquele. Infelizmente, muitas igrejas tornaram-se estufas de crentes. Suas mensagens, geradas em eficientes departamentos de marketing, engrandecem o homem e diminuem Deus, exaltam a bênção e humilham o Abençoador, menosprezam a doutrina da santificação por já não prezarem o santíssimo Deus.

Aferindo a qualidade do rebanho de Cristo

Temos de aferir nossa qualidade não pelas estatísticas, e, sim, pela doutrina dos apóstolos. Antes recorríamos à Bíblia e, humildemente, cotejávamos a nossa vida de acordo com a Palavra de Deus. Hoje, buscamos os gráficos do IBGE e nos aborrecemos quando nossas expectativas não são cumpridas. Dessa forma, viemos a substituir o imperioso “ide” do Mestre por metas empresariais. E, sempre que estas são batidas, distribuímos galardões: reajustes salariais, viagens e presentes. Se continuarmos assim, não estou certo se haverá alguma coisa a recebermos no Tribunal de Cristo, pois a nossa premiação eterna já está sendo usufruída no tempo.

John Stott não estava errado. A igreja evangélica cresceu e já é contada aos milhões. Somos, de fato, um oceano vasto, azul e belo. Infelizmente, tal oceano pode ser atravessado com as águas pelos artelhos. Quem dera fôssemos como o poço de Jacó! Não tinha a boca grande nem arrogante. Sua profundidade, contudo, era insondável. Para que isso venha a acontecer, faz-se urgente que voltemos ao Cristo de Deus, e deixemos de lado os “jesuses” que, todos os dias, tiramos de nossa prateleira teológica. Além disso, faz-se urgente recolocarmos a cruz em nossas mensagens.


Se agirmos assim, nosso crescimento terá a profundidade do rio de Ezequiel. De caudaloso e insondável, terá de ser transposto a nado. Basta de pregarmos o que o povo quer ouvir. Falemos o que as pessoas precisam escutar. Além do mais, na Igreja não temos clientes, mas ovelhas ansiosas por ouvir o Bom Pastor.

Também vi no blog Pregai o Evangelho do meu Amigo Xavier Campos