sábado, 22 de junho de 2013

EXCLUSIVO: INGLATERRA SE OFERECE PARA COPA DE 2014.

:
A Fifa, comandada por Joseph Blatter, tem uma carta na manga, caso o Brasil se mostre incapaz de garantir padrões mínimos de segurança para as seleções internacionais e seus torcedores. A Inglaterra, que tentou ser sede da Copa de 2018, e perdeu a disputa para a Rússia, se ofereceu como "plano B" para o Mundial de 2014. A proposta foi feita a Blatter, que, dias atrás, antes de sair prematuramente do Brasil, antes do fim da Copa das Confederações, lembrou que não foi a Fifa quem pediu ao Brasil para realizar a Copa – mas exatamente o contrário.
As imagens de violência e depredação de espaços públicos que se espalham pelo mundo, com ataques a prefeituras, ao Congresso, ao Itamaraty e cerco até ao Palácio do Planalto, correm o mundo, sinalizando um poder acuado e incapaz de responder aos desafios do momento – numa primeira reação, a presidente Dilma Rousseff convocou, para as 9h desta sexta-feira, uma reunião de emergência com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
A proposta da Inglaterra, que é tratada confidencialmente, pode ganhar força se novas cenas de violência comprometerem o sucesso da Copa das Confederações. Até agora, já houve vários incidentes, como a tentativa de cerco ao Castelão, em Fortaleza, onde o Brasil enfrentou o México, os furtos à seleção espanhola, no hotel do Recife, e a depredação de um ônibus da seleção brasileira, em Salvador, ontem à noite. A situação é tão grave que a Fifa já ameaçou suspender a etapa final da Copa das Confederações.
Perder a Copa, no entanto, depois de gastos de R$ 30 bilhões gastos na construção das arenas e em outros investimentos para o torneio, teria impacto devastador no mundo político. Seria uma demonstração de fracasso coletivo do Brasil como nação. Mais grave ainda seria a transferência para a Inglaterra, cuja imprensa tem feito campanha sistemática contra a condução da política econômica no País.
O risco é real. E cabe à presidente Dilma evitar que se materialize.
Também vi na Pedra, blog do Pr. Anselmo.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O BRASIL, A IGREJA E A POLÍTICA PÃO E CIRCO



Na abertura da Copa das Confederações, estréia da seleção brasileira contra o Japão, assisti com tristeza, a Rede Globo informar que havia em Brasília, além do jogo no Estádio Mané Garrincha, nove telões espalhados por toda a cidade, reunindo cerca de 70.000 pessoas pelas ruas da capital. Haveria ainda, segundo a emissora de televisão, um show no final do dia com a presença de muitos artistas, o que elevaria o número da multidão para algo em torno de 300.000 espectadores. Outros telões teriam sido espalhados em todas as regiões do país. 

Imediatamente pensei em escrever sobre minha indignação, todavia não o fiz na hora. Hoje, porém, por entender que as medidas para conter o povo entretido com espetáculos e shows ditos "culturais" continuavam em pauta em terras brasileiras, trazendo de volta a velha e conhecida política do império romano, que ocupava a população com alimento e divertimento a fim de que o povo não se aculturasse e não promovesse uma revolução, lembrei-me dessa prática romana: pão e circo (panem et circenses, do latim),  que resumia-se na distribuição de cereais e na criação de eventos como lutas nas arenas (onde muitos cristãos morreram), apresentações teatrais e as corridas de bigas. Essa política de oferecer entretenimento à população, afastava o povo dos reais problemas estruturais, políticos e sociais do império.

No Brasil, depois de tantas viradas culturais promovidas pelas secretárias de cultura das capitais, após tantos mega-shows, passadas as propagandas pirotécnicas para promover uma Copa do Mundo sem estruturas, enquanto o povo vive cada vez pior, vemos uma manifestação popular como não se via há cerca de 20 anos. Até mesmo os brasileiros que vivem no exterior resolveram se manifestar de igual modo. Não estou defendendo manifestações que trazem depredações, saques e desordens. Se essas manifestações serão benéficas para a nação somente o futuro, a história, o dirá. Uma coisa é certa: estão servindo para abrir os olhos dos parlamentares desonestos e mentirosos, que prometem e não cumprem. Também estão desempenhando papel importante para quebrar o orgulho dos governantes brasileiros que achavam-se até então populares e inatingíveis, discursando todos os dias e dizendo que o Brasil não está em crise, quando as estatísticas mostram que a economia estagnou há muito tempo e o resultado dessa estagnação se vê claramente no "PIBinho" brasileiro.   

O Brasil, a Igreja e a Política Pão e Circo, o título desse post, nasceu de uma reflexão acerca do atual momento que vive nossa nação e do desejo de fazer uma transposição que nos levará a enxergar que os mega-shows evangélicos, as grandes vigílias - onde o que menos vê é oração e que eles chamam de "Vigilhão" (sic), os grandes congressos promovidos por igrejas que convidam cantores e agendam grupos famosos para reunir multidões, tendem a encobrir a verdadeira situação das igrejas evangélicas que estão atravessando uma crise moral e espiritual. Tal qual a política romana, tentam esconder os escândalos, os erros e as mazelas de certas lideranças. É, portanto, do interesse desses líderes que seus liderados não conheçam a Palavra, a doutrina, suas histórias de vida, posto que desse modo se torna mais fácil manipulá-los e impedir um crescimento consciente que traga uma mudança, uma revolução sadia, para nossas denominações.

Ainda ontem vi um vídeo onde um cidadão que a si mesmo se diz apóstolo (vide Ap. 2.2) e que enganou muita gente boa e bem intencionada com pretexto de métodos para crescimento da igreja, consagrou sua própria mãe, pasmem os leitores, a "apóstola-matriarca", afirmando que sua progenitora é possuidora de um "útero profético". Sem falar dos desmandos daqueles que começaram bem, mas perderam a visão em nome de uma teologia que traz lucros somente para seu próprio bolso e confere status de líder espiritual e político entre os evangélicos. Outros caídos refugiam-se e encastelam-se de maneira que de seus bunkers enviam mensagens pelas redes sociais a fim de enganar grande parte dos cristãos com suas heresias baseadas na nova doutrina inclusiva, no "amor" sem compromisso e na "graça" barata. Outros ainda se perpetuam no poder e tornam-se estatutariamente vitalícios não dando chances, nem voz aos "adversários", fazendo da igreja carreira política para si e para sua prole. É o chamado nepotismo cristão evangélico. Como as autoridades brasileiras, discursam dizendo que está tudo bem com a Igreja, sentindo-se populares e  inatingíveis. Todavia, os escândalos de ordem moral e financeira dão conta de outra realidade.

Quanto mais congressos gigantescos, quanto mais shows-gospels, quanto mais dinheiro se gastar pagando cachês altíssimos às celebridades da música nos "arraiás evangélicos", quanto mais gente entretida com eventos dessa natureza, como "festas jesuínas", quanto mais marchas com dinheiro dos cofres públicos e da Rede Globo, entre outras coisas, melhor para esses senhores. Contudo, não é de hoje que se avizinha e se anuncia nas redes sociais muitas vozes e muitos movimentos contrários às práticas desses comandos. É verdade que  logo são tachados de idiotices e heresias de gente que não tem o que fazer, porém, estão tomando forma e já existe um grupo considerável de cristãos mais afeitos à crítica por conta dos desmandos desses guias. 

Embora os cristãos sejam muito ordeiros deve-se lembrar que em outros tempos o povo de Deus comportou-se de modo a não aceitar condutas imorais ou erros doutrinários crassos e promoveram mudanças radicais que marcaram a história da Igreja. Sou a favor de uma reforma nos sítios cristãos e engrosso o coro dos que, insatisfeitos com os resultados de um cristianismo que não promove consciência cristã crítica e uma visão sócio-política, pretendem uma igreja mais influente no curso  da sociedade brasileira.

A solução é a conscientização do Corpo de Cristo quanto a esses cabeças e  quanto ao seus comandos desastrosos, fugindo de tudo que cega o entendimento, e promovendo o Reino. Acredito que devemos  repensar essa forma de liderança que se utiliza, de forma equivocada, do poder da mídia ou dos estatutos e regimentos internos para manobrar e manipular as massas. Creio que está chegando um tempo em que novas lideranças surgirão, visando uma nova ordem para a igreja 
        
Deus abençoe a todos.
Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!

terça-feira, 18 de junho de 2013

RENE TERRA NOVA CONSAGRA A PRÓPRIA MÃE A "APÓSTOLA-MATRIARCA" POR TER "ÚTERO PROFÉTICO". É MOLE?!

Rô Moreira

É pra acabá de vez rs, essa é de arrancar sabiá do tôco.
Rene Terra Nova, O Vice- Deus das ovelhas apostólicas, consagra a própria mãe a "Apóstola-Matriarca" por ter, pasmem, útero profético. A cada dia me espanto mais com o que leio e assisto nesta minha vida de crente evangélica. 
Nem Maria mãe de JESUS teve o útero colocado em tamanha santidade.

"E aconteceu que, dizendo ele estas coisas, uma mulher dentre a multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste. Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam". Lucas 11:27-28

sexta-feira, 14 de junho de 2013

JUSTIÇA TRABALHISTA NEGA VÍNCULO EMPREGATÍCIO A PASTORA EVANGÉLICA


Justiça Trabalhista

A Justiça do Trabalho não reconheceu o vínculo de emprego de um membro de igreja evangélica que alegou ter trabalhado como empregada na tesouraria da instituição.

Na decisão o juiz Plínio Podolan, titular da Vara do Trabalho de Juara, citou jurisprudência do TRT de Mato Grosso, que não reconhece o vínculo empregatício entre os religiosos e a entidade onde atuam.

A reclamante alegou que, após freqüentar a igreja por sua ligação religiosa, fora integrada a diretoria para exercer a função de tesoureira, função que exerceu de 1999 até 2005. Desse ano em diante continuou com essas atividades administrativas, porém, nas dependências da igreja e em horário comercial. Desde então passara a receber uma retribuição financeira de dois salários mínimos mensais. O valor passou a ser de três salários mínimos a partir de junho de 2011. Em dezembro de 2012 desligou-se das atividades.

A igreja fez sua defesa dizendo que os fatos ocorreram de forma semelhante à forma narrada pela reclamante. Porém, segundo a igreja, a retribuição financeira paga depois de 2005 passou a ocorrer porque ela fora nomeada "pastora em tempo integral" e como pastora tinha atribuições relativas a fé professada seguindo a missão evangelizadora da igreja. Por estas atividades, a instituição passou a contribuir financeiramente com a chamada "prebenda", que é uma verba destinada a pastores e pastoras que se dedicam de forma integral à igreja.

Analisando o depoimento das testemunhas, o juiz concluiu que mesmo o trabalho administrativo, como no caso da reclamante que cuidava da tesouraria, se tratava de trabalho voluntário, realizado com base na fé religiosa. "É razoável admitir que mesmo nas atribuições meramente administrativas, as pessoas que se prestam a essas atividades estejam ali inseridas por vontade despretensiosa", assentou o magistrado.

Assim, o juiz não reconheceu o vínculo empregatício da pastora com a igreja e em conseqüência nem analisou os demais pedidos formulados.

(Processo 0000090-33.2013.5.23.0116)

(Ademar Adams)

quinta-feira, 13 de junho de 2013

COMISSÃO DO SENADO APROVA PROJETO POLÊMICO DA LEI GERAL DAS RELIGIÕES

Encontro do ex-presidente Lula com o Papa
Mesmo com a contrariedade manifestada por religiosos, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou ontem o projeto que estabelece a Lei Geral das Religiões, proposta apresentada na Câmara dos Deputados que ainda vai passar pela análise do plenário do Senado, antes de retornar para avaliação dos deputados federais.
A intenção é garantir tratamento isonômico às diferentes religiões, a partir de normas sobre ensino religioso, casamento, imunidade tributária, prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, entre outros temas.
A iniciativa veio em resposta ao Estatuto Jurídico da Igreja Católica, acordo assinado entre o governo brasileiro e o Vaticano em 2008, que estabeleceu diretrizes para a relação entre poder público e a Igreja.
O estatuto reforçou, ainda, que não há vínculo empregatício entre religiosos e instituições católicas.
Representantes de outras religiões reclamaram que o estatuto desequilibrou o tratamento das religiões por parte do Estado. Com isso, surgiu a ideia da Lei Geral das Religiões.
Apesar do objetivo inicial, entidades religiosas criticaram a proposta, em audiência pública realizada na CAS no fim de maio, e pediram a rejeição do texto. O relator, senador Eduardo Suplicy (PT-SP), contudo, deu parecer favorável à aprovação, propondo apenas alterações pontuais, segundo ele, para assegurar direitos constitucionais também a religiões não cristãs.
Paulo Paim (PT-RS) chegou a mencionar a contrariedade dos representantes religiosos. Apesar disso, os senadores aprovaram o parecer, em votação simbólica.
A matéria aprovada na CAS já foi analisada pela Comissão de Educação (CE) e ainda deveria ser analisada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Acordo entre as lideranças do Senado, porém, vai levar a proposta para avaliação direta do Plenário da Casa.
Como a proposta foi alterada pelos senadores, a matéria retorna, em seguida, para a Câmara dos Deputados. 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

PAPA FRANCISCO ACREDITA QUE A COMUNIDADE GLBT TEM INFLUENCIA NA CÚPULA DO VATICANO

O papa Francisco, 76, acredita que a comunidade LGBT tem influência importante na cúpula da Igreja Católica Apostólica Romana, segundo o jornal italiano La Repubblica. “Muito se fala do lobby gay, e é verdade, ele existe", teria dito o líder religioso, numa audiência no Vaticano.

A declaração teria sido dada na última quinta-feira (06), durante uma audiência do papa com a Confederação Latino-Americana e Caribenha de Homens e Mulheres Religiosos (CLAR).
Para o religioso, a existência de certos grupos no Vaticano atrapalha a realização de reformas. “Na cúria, há pessoas verdadeiramente santas, mas também há corrupção”, disse o líder máximo do catolicismo, segundo fonte do Vaticano ouvida pelo jornal.
O suposto “lobby gay” citado pelo papa estaria relacionado com um escândalo de 2010, quando um membro do Vaticano foi acusado de contratar garotos de programa.
Eleito em conclave no último mês de março, o papa está com viagem marcada para o Brasil. No próximo mês de julho, ele participa no Rio de Janeiro da Jornada Mundial da Juventude.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

ALBERTO COUTO RESPONDE A EDIR MACEDO

OUÇA O VÍDEO PARA ENTENDER A CRÍTICA DO ALBERTO AO BISPO
Abençoamado Bispo Edir Macedo, Paz

Pasmo, tão assombrado quanto a plateia que, aparvalhada o ouvia conclamá-la para uma pretensa “MARCHA CONTRA JESUS”, quedei-me ante seu despudor espiritual, quando passava uma descompostura no Príncipe da Paz, nada mais; nada menos, no Filho amado em quem Deus declara ter comprazimento; no autor e consumador da fé, que não parece ser da sua, mas da fé de todos que, perplexos, o ouviam.
Posso admitir indícios de uma ignorância escriturística naquele seu inusitado libelo?
Ou seria um “delirium tremens” provocado pela abstinência àquela cerveja que o respeitável bispo diz gostar de beber? Esta abstinência provoca alterações súbitas na mente e no sistema nervoso – poderia ser isto? O senhor está se tratando?
Sem qualquer pretensão de exibir-me como profundo conhecedor da Bíblia Sagrada, vou tentar persuadi-lo do quão deplorável foi o seu parecer quanto ao milagre realizado por Aquele que, também pelo senhor,  morreu lá na cruz.
Quem sabe, respondo às perguntas zombeteiras que fez àquela sua plateia que, atônita e aturdida, o ouviu injuriar a conduta do nosso único e suficiente Salvador no episódio do Seu milagre, o primeiro narrado no Evangelho de João?

Meu caro bispo, o último Evangelho escrito, segundo a tradição da Igreja Primitiva, foi o de João, em torno de 90 d.C. e difere dos três anteriores quanto à intenção dos evangelistas ao escreverem sobre Jesus:
Enquanto vemos em Marcos, Mateus e Lucas uma atenção maior daqueles evangelistas em proclamar a autoridade e a onipotência de Jesus, João buscava convencer a sua comunidade de que Jesus era o Messias aguardado como enviado do Altíssimo.
O objetivo de João, amado bispo, ao redigir o seu Evangelho está registrado nos dois únicos versículos do capítulo 20:
Jo 20:30 – “Na verdade, fez Jesus diante dos discípulos muito outros sinais que não estão escritos neste livro.”; 20:31 – “ Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.”
João explica, ainda, em seu Evangelho, o principal motivo da incredulidade dos judeus, no relato contido em Jo 12: 37, 38, 42, 43 – 37: “... E, embora tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram nele, 38: “para se cumprir a palavra do profeta Isaias que diz: 42: “...mas, por causa dos fariseus, não o confessavam, para não serem expulso da sinagoga” 43: “porque amaram mais a glória dos homem do que a glória de Deus.
O amado irmão poderá ver, portanto, que João intentava mostrar aos judeus, através dos “sinais miraculosos” de Jesus, que o Messias já se encontrava entre eles e narrou em seu Evangelho aquele que seria o primeiro sinal de que Jesus operaria muitos milagres, por ser o enviado de Deus: “A transformação de água em vinho”. Destarte, podemos observar que, realmente, esse sinal miraculoso foi o primeiro descrito pelo evangelista (Jo 2:1-11) em seu livro. Assim foi narrado: Jo 2:11 “Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galileia; manifestou a sua glóriae os seus discípulos creram nele.”
Considerações:
À luz da cronologia, face ao exposto, lembro ao senhor que o primeiro milagre de Jesus foi narrado por Marcos  (Mc 1:21-28), sob o título: “A cura de um endemoninhado em Cafarnaum”. Logo em seguida, na casa de Pedro e André, Jesus iria curar a sogra de Pedro.
Segundo registros o Evangelho de Marcos é o mais antigo; dizem-no escrito em época anterior a 62 d.C.
Mateus narra o primeiro milagre de Jesus como sendo a cura de um leproso ocorrida logo após o sermão do monte, fato narrado em (Mt 8:1-4). Na sequência, ao entrar em Cafarnaum, Jesus cura o criado de um centurião, dizendo aos que o seguiam não ter visto, nem mesmo em Israel, uma fé tão grande quanto à daquele centurião.
Os registros históricos mostram-nos que o livro de Mateus teria sido escrito entre 64 e 70 d.C.
O primeiro milagre de Jesus, na Bíblia, é reproduzido por Lucas em seu Evangelho: “A cura de um endemoninhado em Cafarnaum”. Lucas, também, reproduz outros sinais constantes no livro de Marcos.
A ocasião do Evangelho de Lucas é citada, comumente, como “por volta de 63 d.C.”.
Sem detalharmos os sinais que se seguiram à transformação da água em vinho, podemos concluir que cada um dos evangelistas enunciou os seus “primeiros milagres” com intenções distintas:

·                    Marcos e também Lucas pretenderam fazer-nos entender que Jesus, o Messias esperado, está entre nós disponibilizando o Seu poder para que sejam derrotadas as forças demoníacas opressoras que nos afetam, tanto física quanto mentalmente;
·                    Mateus faz-nos perceber que o poder de Jesus é mais utilizado para a resolução dos problemas sócio-emocionais evidenciados entre aqueles mais carentes de recursos para sobreviver:
·                    João, definitivamente, nos mostra que Jesus é o enviado de Deus – nosso único e suficiente Salvador. Em seu Evangelho, por sete vezes, Jesus reivindica esta Sua divindade. João, diferentemente dos outros evangelistas tinha interesse em registrar Quem Ele era e não o que Ele podia fazer.

Observe meu amado irmão, que Jesus, deliberadamente, profana o que era sagrado para os judeus, que tinham aquelas talhas como utensílios de purificação, usados em seus rituais. Jesus utilizou-as como objetos típicos de uma festa, fazendo com que eles entendessem que para o Messias o sagrado só poderia ser estabelecido pelo Deus criador de tudo e de todos.
Jesus joga por terra a ideia de que certos objetos poderiam ser santificados, querendo dizer-lhes que só Ele é santo e santo é tudo aquilo que somente Ele pode santificar.
Jesus, quando utilizou aqueles recipientes quis mostrar aos presentes que Ele não se submete ou não se prende às coisas que o homem conceitua e define como sagradas para si, às quais  presta contas e obedece como se submisso a elas. Para o Senhor isto soa como idolatria.
Preclaro bispo, o seu questionamento deveria ser:
Mas por que o evangelista João relata a transformação de água em vinho como o primeiro milagre de Jesus?
Permita-me responder: Há cinco razões consubstanciando o sinal relatado por João como o primeiro sinal miraculoso do enviado de Deus:
1 – A crença judaica era de que quando o Messias estivesse entre eles, Deus iria festejar sua presença com uma grande festa de casamento em que o povo de Israel seria a noiva e o Criador seria o noivo, cuja fidelidade estaria determinando que, a partir das bodas, não mais deixaria seu povo abandonado.
2 – João quis dizer que as bodas previstas por Deus para o final dos tempos já estava acontecendo com a presença do Cristo ressurreto.
3 – O que estaria caracterizando essa festa, ainda segundo a crença judaica, seria a abundância de vinho (600 litros), usado corriqueiramente em eventos matrimoniais.
4 – Aquele sinal miraculoso; um milagre daquela proporção levou os judeus desacreditados da comunidade de João a crerem que, realmente Jesus era o filho de Deus.
5 – A transformação, em que foram utilizadas talhas de pedra usadas em rituais de purificação, determinaram a total desvalorização daquelas práticas que, agora, seriam substituidas pelo vinho sinalizador da ressurreição do nosso Salvador.

Há relatos bíblicos registrando esse casamento entre Deus e Israel. Entre outros, podem ser citados os versículos 19 e 20 do Capítulo 2 do livro do profeta Oseias:
19 – “Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdia;
20 – “desposar-te-ei comigo em fidelidade; e conhecerá ao Senhor.”
Pode-se ler em (Is 62: 5), sob o título “Jerusalém, a noiva do Senhor”:
“Porque, como o jovem desposa a donzela, assim teus filhos te desposarão a ti; como o noivo se alegra da noiva; assim de ti se alegrará o teu Deus”.

Embora não desconheça que o nobre bispo ama o dinheiro e jamais se fartará dele; que, em amando a abundância nunca se fartará da renda (segundo Salomão em Ec 5:10) que o posiciona como o tele-evangelista mais rico entre os brasileiros que professam a falaciosa teologia da prosperidade, confesso ainda ter a esperança de que o amado bispo venha a se arrepender de todas as ações anti-bíblicas que vem praticando à frente da gloriosa Igreja Universal do Reino de Deus.
Por meu turno, para não ser taxado de servo impiedoso:
Que Deus o perdoe – eu o amo, neste mesmo Jesus que o senhor desmereceu vilipendiosamente. 
Vou orar muito pela sua vida.
Respeitosamente,

Alberto Couto Filho

Read more: http://albertocoutofilho.blogspot.com/#ixzz2VWyoBVbt

segunda-feira, 3 de junho de 2013

NOTA DE FALECIMENTO: PASTOR SÓSTENES, PRESIDENTE DA CEADDIF

0,,42434102,00
Com pesar comunicamos que partiu para o Senhor na noite desta segunda, 03 de junho de 2013, o Pastor Sóstenes Apolos da Silva, Presidente da Assembleia de Deus do Plano Piloto, a AD Novo Dia. Deixando viúva a irmã Heronildes Silva da Mata, com quem estava casado há 30 anos, além de três filhos, três noras e três netos.
Pastor Sóstenes também era o presidente da Convenção das Assembleias de Deus no Distrito Federal (CEADDIF).
Nossa oração é para que o Senhor console a família do nobre Obreiro, toda Igreja e Convenção que estavam sob seus cuidados.
Pela Mesa Diretora da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.
Pr. José Wellington Bezerra da Costa
Presidente da CGADB