sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

PR. ARIOVALDO RAMOS CONVIDA IGREJAS A CORRIGIREM ERROS SOBRE A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE


Pastor Ariovaldo Ramos afirma que a teologia da prosperidade tem gerado decepção, e convoca igrejas para “corrigir erros”. Leia na íntegra
“Deus foi transformado num gordo e avaro banqueiro que está pronto a repartir as suas benesses para quem pagar bem”. Essa é a definição do pastor Ariovaldo Ramos para o que a teologia da prosperidade prega.
Num artigo, publicado em seu blog, Ariovaldo faz uma síntese da teologia praticada por muitas igrejas pentecostais: “Estamos, há mais de vinte anos convivendo com isso, talvez, por isso, a grande pergunta sobre essa teologia seja: Como têm conseguido permanecer por tanto tempo?”, questiona o pastor.
Tratada por Ariovaldo Ramos como uma prática de engano e sem base bíblica, a teologia da prosperidade já pintou quadros de absurdo, segundo ele: “Lembro-me de ter ouvido de um ferrenho seguidor dessa teologia que, quem tivesse fé poderia, inclusive, negociar com Deus a data de sua morte”, contextualiza.
Para o pastor, a teologia da prosperidade “se sustenta pela criatividade” e pelo fato de oferecer diversificação da mensagem cristã: “Os pregadores dessa mensagem estão sempre se reinventando, vivem de promover espetáculos ás custas da boa fé do povo”.
-É uma sucessão de invencionices: um dia é passar pela porta x, outro é tocar a trombeta y, ou empunhar a espada z, ou cobrir-se do manto x, e, por aí vai. Isso sem contar o sem número de amuletos ungidos, de águas fluidificadas e de bênçãos especiais. Suas igrejas são verdadeiros movimentos de massa, dirigidos por “pop stars” que tornam amadores os mais respeitados animadores de auditório da TV brasileira – critica.
Há questões culturais envolvidas, segundo o texto de Ariovaldo Ramos: “Os pregadores dessa panaceia descobriram que o povo gosta de pagar pelos benefícios que recebe, algo como ‘não dever nada a ninguém’, fruto da cultura de penitência amplamente disseminada na igreja romana medieval [...] Tudo nessas igrejas é pago. Ainda que cada movimento financeiro seja chamado de oferta, trata-se, na prática, de pagamento pela benção”.
O pastor afirma que a teologia da prosperidade tem gerado “decepção” às pessoas que buscam a mensagem cristã e convoca o corpo de Cristo para reverter a situação: “Hoje, para além de tudo o que encerra a sua missão, a Igreja tem de corrigir os erros que, em seu nome, e, em muitos casos, sob a sua silenciosa conivência, foram e, ainda, estão sendo cometidos”.
Confira abaixo, a íntegra do artigo “Uma Pastoral para a Decepção!”, do pastor Ariovaldo Ramos.
Fonte: http://ariovaldoramosblog.blogspot.com.br/2013/01/uma-pastoral-para-decepcao.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
http://noticias.gospelmais.com.br/ariovaldo-ramos-convoca-igrejas-corrigir-teologia-prosperidade-49196.html

2 comentários:

Filho de Jacó disse...

Eu acredito que essa Teologia da Prosperidade, foi criada inspirada na antiga Doutrina da Indulgência (Onde se pagava para ter um lugar garantido no céu), que foi criada pela Igreja Católica primitiva, e que hoje a Doutrina da Indulgência foi vestida com uma nova roupa e novo nome para continuar existindo disfarçadamente para quem quer comprar um lugar junto a Jesus Cristo lá no céu. A Teologia da Prosperidade segundo o meu ponto de vista, é filha da Teologia da Indulgência e está mais experta do que a mãe que tenta se disfarçar em uma nova mãe. Resumindo: A Teologia da Prosperidade, foi criada e inspirada pelo Príncipe deste Mundo, que se esconde atrás de seu Pai o Deus Dinheiro, Deus desse Mundo Materialista e Consumista. Quem puder entender, entenda!

Deus ama você. disse...

Olá pastor Guedes, achei muito importante a mensagem do pastor Ariovaldo.
Acredito que o que impulsiona os fiéis a seguirem e permanecerem nestas Igrejas é:

1.Por parte do povo:cegueira espiritual, carência de Deus e vontade de que algo novo aconteça logo;

2. Por parte dos líderes:dinheiro, dinheiro e amarração do povo.

Realmente quando vemos as pregações antigas na internet e comparamos com as da atualidade vemos uma diferença gritante. O povo quer bênção, os líderes se colocam como intermediários de Deus na terra e Jesus é alguém que morreu por nós e que serve para nos entregar as bênçãos.

Sinto muita falta das reuniões de ORAÇÃO e não de louvor. Reuniões onde as pessoas se preocupavam em serem batizadas no Espírito Santo e de serem cheias Dele. Onde vamos parar? Sabe, aceitei Jesus em 1986 quando tinha 9 anos, hoje tenho 35 e vejo a enorme diferença do evangelho...que triste!

A gente só vê briga dos líderes pelos fiéis, promessas de Igrejas que Jesus faz isso ou aquilo...eu tenho sede de chegar numa Igreja e ouvir a Palavra e não músicas, músicas, ou palavras de auto ajuda...Gente, cadê a Palavra? Deus está vendo isso e vai cobrar fortemente dos líderes por deixarem as ovelhas secas da verdadeira água viva. Jesus é a água que mata a nossa sede espiritual, onde está a Palavra?