sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

MINHA GRATIDÃO À CIDADE DE SÃO PAULO

Como alguns já devem saber estou de mudança, voltando para minha terra natal: o Ceará. Quero agradecer à Cidade de São Paulo pelos 24 anos aqui vividos (quatro em Americana). Durante todos esses anos nada me faltou e tive em abundância. São Paulo me acolheu como um filho e faz jus ao apelido que alguns lhe dão de "caldeirão de raças" dada a sua hospitalidade. Aqui são recebidos judeus e árabes, turcos, coreanos, japoneses, italianos, americanos, latinos, africanos e nós, os nordestinos, com o mesmo abraço. A capital paulista e o povo paulistano são amigos, dóceis (com raras exceções de gangs "nazistas" que odeiam todos os que não são seus) e reconhecem a contribuição do nordestino na construção dessa grande metrópole.

Aqui conclui meus estudos, fiz faculdade de Teologia, fui levado ao ministério, dirigi igrejas. Aqui conheci minha esposa e Deus me deu dois filhos. Ao contrário de Noemi, cheguei sozinho, vazio, mas volto com esposa e filhos, cheio de novas experiências, graças à Graça de Deus e as quatro igrejas que dirigi desde que assumi o pastorado, os pastores que tive, as aulas de EBD e de Teologia, graças às vigílias e pregações que ouvi de meus pastores e amigos pregadores.

Querendo Deus, estaremos, minha família e eu, desembarcando na capital cearense amanhã, dia 31.12.11, às 23:00hs e devo passar o reveillon em minha nova igreja. Nunca pude dizer com tanta ênfase: Ano Novo Vida Nova, Cidade Nova, Igreja Nova,...Claro, que tudo isso quem fez foi o Senhor e é coisa maravilhosa aos nossos olhos. A Ele toda glória e honra por tudo que vivi aqui em Sampa.

Forte Abraço e abraço a todos os amigos que deixo em São Paulo e aos novos amigos que terei em Fortaleza.

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

REDE GLOBO, PROMESSA E O EVANGELHO-CULTO-SHOW

Estou sem tempo para escrever. Aliás, estou sem tempo para nada rsrs. Escolhi mais um artigo do meu Amigo Pastor Ciro para compartilhar com vocês.

Boa leitura!

Uma porta global se abriu para o evangelho-show


Já adianto que este é mais um artigo antipático em tempos de festa. Aproveitarei para dizer hoje tudo o que gostaria de afirmar a respeito da porta global que se abriu para o evangelho-show, pois, nessa época de Natal e virada de ano, não é bom ficar falando de assuntos negativos. Prometo que, a partir de amanhã, se Deus quiser, vou mudar de assunto e apresentar mensagens mais suaves...

Abriu-se, de fato, uma porta global para a pregação do Evangelho, como muitos ufanistas têm dito nas redes sociais? Ou a porta foi aberta principalmente para beneficiar as celebridades gospel — que já venderam milhões de discos — e, consequentemente, a maior emissora de TV do Brasil? Será que esta convidaria um pregador do Evangelho para discorrer sobre o maravilhoso Natal de Cristo, sua Morte expiatória e sua gloriosa Ressurreição? Isso, sim, caso tivesse ocorrido, seria motivo de uma grande festa do povo de Deus!


Mas alguém argumentará: “A porta se abriu para os cantores, e agora eles poderão se apresentar com frequência na maior emissora de TV do Brasil e, com certeza, pregarão o Evangelho”. Sinceramente, não é isso que temos visto em outras emissoras, onde os astros da música gospel já têm o seu espaço. E o que ouvimos, no Festival Promessas, com raríssimas exceções, foi uma amostra do tipo de evangelho que será pregado: bordões antropocêntricos, que massageiam o ego das pessoas, mas não lhes apresentam verdadeiramente o Evangelho, que é poder de Deus para a salvação (Rm 1.16).


Oremos para que Deus nos abra portas grandes e eficazes para a pregação do Evangelho, e não apenas para a realização de shows gospel. A Bíblia não é contra a música e os cantores de sucesso. Jesus até cantou um hino antes de sua crucificação! Mas a nossa prioridade é a exposição do Evangelho (At 6.1-7). Você sabia que dois terços do ministério terreno do Senhor foram ocupados pela pregação do Evangelho e o ensino da Palavra?


Desculpe-me, caro leitor. Eu sei que estou sendo um estraga-prazeres, antipático. Mas, o que está escrito em 1 Coríntios 16.9? 
“Porque uma porta grande e eficaz se me abriu, e há muitos adversários”. Quando Deus verdadeiramente abre-nos a porta da pregação do Evangelho, como a abriu para o apóstolo Paulo, os adversários (Satanás, os demônios e todos os seus emissários) se voltam contra nós. Mas a mídia está aplaudindo de pé a porta global que foi aberta para o evangelho-show.

Até um conhecido jornal de São Paulo — pasme! —, favorável ao liberalismo e que sempre teve uma posição contrária à pregação do Evangelho, comemorou: “Hoje é um novo dia de um novo tempo que começou para a Globo e os evangélicos”. Por quê? Porque o evangelho-show não confronta o pecado. Ele é maleável, suave, agradável, massageia egos e está aberto ao ecumenismo...


O festejado evangelho-show avança a passos largos, sem nenhuma dificuldade. Mas não se esqueça do que o Senhor Jesus previu a respeito do verdadeiro Evangelho: “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas por minha causa” (Mt 5.11,12).


Ciro Sanches Zibordi

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

AFINAL QUE CONSENSO HÁ ENTRE CRISTO E REVERENDO MOON?

Atenção: o texto abaixo é de autoria do meu Amigo, Pastor, Escritor e Conferencista Ciro Sanches Zibordi.


Por que os cristãos não devem se associar ao “reverendo” Moon?


Há algum tempo, o pastor assembleiano Enoque Lima, de Goiás, vem denunciando que existe uma aliança entre um líder — ou, talvez, um grupo de líderes — de certo segmento da Assembleia de Deus com o “reverendo” coreano Sun Myung Moon. Respeito todos os ministérios da Assembleia de Deus, mas também reconheço que não há como negar a veracidade dos vídeos inseridos no YouTube pelo aludido pastor.

Muitos se aproveitam de deslizes de alguns líderes para atacar instituições de modo generalizante. Mas, neste artigo, o meu objetivo é apenas alertar a todos quanto ao perigo de qualquer cristão se associar a Sun Myung Moon. Afinal, em 1 Coríntios 5.11 está escrito: “não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais”.


Para o “reverendo” Moon, o derramamento do precioso sangue do Senhor Jesus não foi suficiente para a remissão dos nossos pecados. E, segundo ele, um novo Messias precisou vir ao mundo para concluir a obra que o Senhor não conseguiu realizar — que blasfêmia! Moon se apresenta como esse novo Messias. E a principal missão da sua seita, a Igreja da Unificação, é propagar essa mensagem.


Não é a primeira vez que líderes evangélicos, por falta de conhecimento, se envolvem com o tal “reverendo”. Lembro-me de um grande evento realizado no Uruguai, na década de 1990, o qual teve a participação de pastores de várias denominações. Na época, todas as despesas de viagem, hospedagem, etc. foram pagas pelo milionário Moon, e muitos líderes evangélicos de renome — mesmo conhecendo o abominável propósito desse heresiarca — não resistiram à tentação...


Alguém poderá dizer: “Ora, qual é o problema de um pastor assembleiano de renome ter amizade com o líder de uma seita? Afinal, todos devem se unir pela paz mundial”. De fato, os líderes da Assembleia de Deus não devem odiar o “reverendo” Moon. Entretanto, como ter comunhão com alguém que — de modo blasfemo —, além de se considerar o Messias, desdenha do sangue derramado pelo Cordeiro de Deus, considerando-o insuficiente para nos purificar de todo o pecado?


Conquanto a Assembleia de Deus, ao longo de sua história, tenha se dividido e se subdividido, ainda há líderes, de todos os ministérios e convenções, que não se prostraram diante de “Baal”. Eles não dormem, pois sabem que, “dormindo os homens, veio o inimigo, e semeou o joio no meio do trigo” (Mt 13.25). E eles sabem que o Senhor não aprova o jugo desigual com os infiéis (2 Co 6.14-18). A sua Palavra não abona essa comunhão ecumênica que não prioriza a verdade das Escrituras.


Que sociedade tem o cristianismo com o budismo e as seitas orientais? Que comunhão têm as igrejas evangélicas com a Igreja da Unificação? Que concórdia há entre a Assembleia de Deus e o moonismo, uma seita anticristã? Que parte tem a liderança assembleiana com os adeptos do “reverendo” Moon? E que consenso tem o verdadeiro Evangelho com as heresias de perdição propaladas pelo aludido heresiarca?


Ciro Sanches Zibordi