quinta-feira, 28 de abril de 2011

MORRE DAVID WILKERSON, UM VERDADEIRO PROFETA

Pr. David Wilkerson: início de seu ministério junto a drogados e gangs de NY.

O mundo evangélico amanheceu triste com a notícia da morte desse grande profeta contemporâneo. David Wilkerson foi um grande homem de Deus que, com sua obra A Cruz e o Punhal, inspirou todo o mundo com o Movimento Desafio Jovem e abertura de casas de reabilitação para drogados. Muitos internos e muitos ex-drogados nem sabem quem foi esse homem de Deus. Li certa vez que um pregador que foi em uma cidadezinha dos Estados Unidos descrevera como Jesus andava, agia, falava e tratava com as pessoas, e alguém da multidão levantou-se e disse: "Jesus esteve aqui semana passada". Ele estava se referindo ao David Wilkerson que havia estado naquela cidade na semana anterior.

Reputo Wilkerson como tendo sido o último profeta da América. Seus sermões eram muito inspirados e proféticos. Tinha visão de seu tempo como poucos e suas últimas pregações, exortando a América ao arrependimento e à conversão para que Deus não traga seu iminente juízo e destruição, mais pareciam os discursos e pregações de Jeremias nas ruas de Jerusalém! Logo agora quando os EUA mais precisam de uma voz como a dele! 

Os que desejarem conhecer melhor os sermões e a igreja desse servo de Deus, acessem:

Morreu ontem num acidente automobilístico, no estado do Texas, Estados Unidos, o pastor David Wilkerson. Ele dirigia um sedã Infinity e colidiu de frente com um caminhão. 

De acordo com o Departamento de Segurança daquele estado, Wilkerson não estava usando cinto de segurança. A esposa do ministro, Gwen Wilkerson, de 70 anos, usava o cinto e sobreviveu. Ela foi transportada de helicóptero para o East Texas Medical Center, de Jacksonville, e seu estado é grave. O motorista do caminhão, Frederick Braggs, de 38 anos, foi atendido no mesmo hospital, mas sofreu apenas ferimentos leves.

David Wilkerson é conhecido mundialmente pelo seu trabalho na evangelização de drogados e jovens marginais e também pelo livro A cruz e o punhal,  que relata os primeiros anos de seu ministério. Ele é o fundador do Desafio Jovem, entidade internacional dedicada a recuperar jovens do mundo das drogas e do crime.

A morte de David Wilkerson, aos 79 anos, também cala uma das vozes mais poderosas contra os desvios doutrinários e as aberrações comportamentais que invadiram a Igreja nos últimos anos. Ele se mostrava profundamente angustiado com a situação e com a letargia do povo de Deus diante do avanço desses modismos, cobrando uma atitude dos cristãos. Ele dizia: “Nós nos agarramos a nossas retóricas religiosas e conversas sobre avivamento, mas nos tornamos tão passivos! A verdadeira paixão nasce da angústia. Toda verdadeira paixão por Cristo vem de um batismo de angústia”. Que a sua morte não seja motivo de esquecermos as suas palavras.
Carro de David Wilkerson após o choque com um caminhão

(Fontes: CBNThe Washington PostPalestine Herald Press.)

VIA BALIDO DE JUDSON CANTO  

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

RICARDO GONDIM DEFENDE A UNIÃO GAY E DIZ QUE NEM TODA RELAÇÃO HOMOSSEXUAL É PROMÍSCUA

Pr. Ricardo Gondim
Estava demorando, mas finalmente uma "celebridade" do mundo gospel brasileiro veio a público afirmar sua posição favorável à união civil de pessoas do mesmo sexo e ainda defender que "nem toda relação homossexual é promíscua". E tinha que ser o Gondim!!! Depois não quer que a igreja o chame de herege e fica todo ressentido em seus poemas e reflexões, e os que o admiram (como eu um dia admirei) entram em blogs, como o meu, para dizer que estamos vendo o mundo com as lentes da Igreja da Idade Média. Ora, Ricardo, melhor enxergar assim que ser cego! A "visão gondiniana" é reflexo da defesa das chamadas igrejas gays que dizem que toda forma de amor procede de Deus porque Deus é Amor. A declaração foi dada em entrevista à revista Carta Capital e o assunto foi abordado do final da entrevista, como pode ser visto no texto abaixo.  

Deus nos livre de um Brasil evangélico?’ Quem afirma é um pastor, o cearense Ricardo Gondim. Segundo ele, o movimento neopentecostal se expande com um projeto de poder e imposição de valores, mas em seu crescimento estão as raízes da própria decadência.


Os evangélicos, diz Gondim, absorvem cada vez mais elementos do perfil religioso típico dos brasileiros, embora tendam a recrudescer em questões como o aborto e os direitos homossexuais.

Aos 57 anos, pastor há 34, Gondim é líder da Igreja Betesda e mestre em teologia pela Universidade Metodista. E tornou-se um dos mais populares críticos do mainstream evangélico, o que o transformou em alvo. “Sou o herege da vez”, diz na entrevista a seguir.


Os evangélicos tiveram papel importante nas últimas eleições. O Brasil está se tornando um país mais influenciável pelo discurso desse movimento?
RG: Sim, mesmo porque, é notório o crescimento no número de evangélicos. Mas é importante fazer uma ponderação qualitativa. Quanto mais cresce, mais o movimento evangélico também se deixa influenciar. O rigor doutrinário e os valores típicos dos pequenos grupos de dispersam, e os evangélicos ficam mais próximos do perfil religioso típico do brasileiro.


Como o senhor define esse perfil?
RG: Extremamente eclético e ecumênico. Pela primeira vez, temos evangélicos que pertencem também a comunidades católicas ou espíritas. Já se fala em um “evangelicalismo popular”, nos modelos do catolicismo popular, e em evangélicos não praticantes, o que não existia até pouco tempo atrás. O movimento cresce, mas perde força. E por isso tem de eleger alguns temas que lhe assegurem uma identidade. Nos Estados Unidos, a igreja se apega a três assuntos: aborto, homossexualidade e a influência islâmica no mundo. No Brasil, não é diferente. Existe um conservadorismo extremo nessas áreas, mas um relaxamento em outras. Há aberrações éticas enormes.


O senhor escreveu um artigo intitulado “Deus nos Livre de um Brasil Evangélico”. Por que um pastor evangélico afirma isso?
Porque esse projeto impõe não só a espiritualidade, mas toda a cultura, estética e cosmovisão do mundo evangélico, o que não é de nenhum modo desejável. Seria a talebanização do Brasil. Precisamos da diversidade cultural e religiosa. O movimento evangélico se expande com a proposta de ser a maioria, para poder cada vez mais definir o rumo das eleições e, quem sabe, escolher o presidente da República. Isso fica muito claro no projeto da igreja Universal. O objetivo de ter o pastor no Congresso, nas instâncias de poder, pode facilitara expansão da igreja. E, nesse sentido, o movimento é maquiavélico. Se é para salvar o Brasil da perdição, os fins justificam os meios.


O movimento americano é a grande inspiração para os evangélicos no Brasil?
O movimento brasileiro é filho direto do fundamentalismo norte-americano. Os Estados Unidos exportam seu american way of life de várias maneiras, e a igreja evangélica é uma das principais. As lideranças daqui Ieem basicamente os autores norte-americanos e neles buscam toda a sua espiritualidade, teologia e normatização comportamental. A igreja americana é pragmática, gerencial, o que é muito próprio daquela cultura. Funciona como uma agência prestadora de serviços religiosos. de cura, libertação, prosperidade financeira. Em um país como o Brasil, onde quase todos nascem católicos, a igreja evangélica precisa ser extremamente ágil, pragmática e oferecer resultados para se impor. É uma lógica individualista e antiética. Um ensino muito comum nas igrejas é de que Deus abre portas de emprego para os fiéis.
Eu ensino minha comunidade a se desvincular dessa linguagem. Nós nos revoltamos quando ouvimos que algum político abriu uma porta para o apadrinhado. Por que seria diferente com Deus?


O senhor afirma que a igreja evangélica brasileira está em decadência, mas o movimento continua a crescer.
Uma igreja que, para se sustentar, precisa de campanhas cada vez mais mirabolantes, um discurso cada vez mais histriônico e promessas cada vez mais absurdas está em decadência. Se para ter a sua adesão eu preciso apelar a valores cada vez mais primitivos e sensoriais e produzir o medo do mundo mágico, transcendental, então a minha mensagem está fragilizada.


Pode-se dizer o mesmo do movimento norte-americano?
Muitos dizem que sim, apesar dos números. Há um entusiasmo crescente dos mesmos, mas uma rejeição cada vez maior dos que estão de fora. Hoje, nos Estados Unidos, uma pessoa que não tenha sido criada no meio e que tenha um mínimo de senso crítico nunca vai se aproximar dessa igreja, associada ao Bush, à intolerância em todos os sentidos, ao Tea Party, à guerra.


O senhor é a favor da união civil entre homossexuais?
Sou a favor. O Brasil é uni país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. A comunidade gay aspira por relacionamentos juridicamente estáveis. A nação tem de considerar essa demanda. E a igreja deve entender que nem todas as relações homossexuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou heterossexualidade.


O senhor enfrenta muita oposição de seus pares?
Muita! Fui eleito o herege da vez. Entre outras coisas, porque advogo a tese de que a teologia de um Deus títere, controlador da história, não cabe mais. Pode ter cabido na era medieval, mas não hoje. O Deus em que creio não controla, mas ama. É incompatível a existência  de um Deus controlador com a liberdade humana. Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem., então há aluo errado com esse pressuposto. Minha  resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida.


Mas os movimentos cristãos foram sempre na direção oposta.
Não necessariamente. Para alguns autores, a decadência do protestantismo na Europa não é, verdadeiramente, uma decadência, mas o cumprimento de seus objetivos: igrejas vazias e cidadãos cada vez mais cidadãos, mais preocupados com a questão dos direitos humanos, do bom trato da vida e do meio ambiente.



Recebi por email de um amigo chamado Rodrigo.

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

MUDANÇAS NAS ASSEMBLEIAS DE DEUS


Hoje se discute muito sobre o futuro das igrejas e queremos determinar como e onde adorar. Parece muito com a colocação da mulher samaritana em João 4: “Senhor, vejo que és profeta. Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. Ou seja, o local não é o mais importante, mas o espírito da festa, do culto e da adoração.

Muitos têm escrito sobre isso e não quero afrontar o texto ou o pensamento de ninguém. Para mim a igreja nasceu em 12 de setembro de 1982, quando conheci o senhorio do Senhor Jesus. Que dia memorável! Passados 30 anos e não consigo esquecer a noite daquele dia. Cada detalhe está registrado na minha memória como se fossem imagens fresquíssimas. Por falar em memória, muitas são as lembranças daqueles tempos em que ouvia-se melhor louvor e a mensagem da Cruz era a tônica, seguida da doutrina da santificação e esperança da Vinda de Jesus. Que boas lembranças das manifestações espirituais genuínas regadas de comoção verdadeira em um universo e ambiente cheios de temor a Deus e de santa obediência por amor.

Não sou capaz de descrever o que ocorreu nos outros cerca de 70 anos passados desde 1982, mas o que ouço dos velhinhos que conheceram os missionários e os receberam em suas casas, do modo como procediam e do modo como nossa igreja cresceu é de tirar o fôlego! Quem viu e ouviu, como eu, Alcebíades Pereira Vasconcelos e Eurico Bergsten ensinando acerca da Bíblia, da Doutrina e Teologia Pentecostal sabe do que estou falando. Não é para se comparar com os “doutores” arrogantes em muitos de nossos congressos. Havia graça abundante nesses homens e havia um comprometimento que hoje não se vê facilmente. Sobejavam em carisma, unção, sabedoria e humildade.

Rejeito o rótulo de saudosista, pois tenho pregado e ensinado em diversos lugares que amo a igreja do meu tempo. É a melhor igreja de todos os tempos, pois é a minha igreja! Todavia, os dons eram mais abundantes no passado, as profecias eram verdadeiras e cumpriam-se cabalmente. Já nos primeiros dias de minha conversão, ouvia dos mais espirituais: “Haverá um tempo em que não teremos essa liberdade espiritual que temos hoje, por isso devemos aproveitar esse tempo para orar e buscar ao Senhor”. Eles estavam certos. Eu pensava que faziam referência à perseguição, mas falavam de apatia espiritual. Hoje alcançamos praticamente todo o país, somos ricos e temos uma igreja grande, forte e influente. Temos representantes em todas as esferas do poder; ótima aparelhagem de som e ótimos profissionais nessa área; templos grandes e suntuosos, com estacionamentos amplos, berçário; equipes de TV e mídia; grandes pregadores e excelentes cantores. Todavia, temos muita técnica, muitos talentos e pouquíssima inspiração. Claro que há exceções.

Tenho contato com muitas pessoas que admiram minha igreja porque foram assembleianos um dia, outro tanto que gosta dela porque seus pais são de lá, mas resolveram seguir outra igreja porque a “bléia” (expressão deles) é muito rígida e não conseguiram seguir os usos e os costumes, etc. Outros ainda saíram por conta de escândalos regionais e divisões. Que pena! Perdemos tantos membros! Muitos deles ingressaram em igrejas descompromissadas, sem um histórico doutrinário e ficaram à deriva sem saber em que crerem e muitos nem sabem explicar a razão de sua fé. Volto ao diálogo de Jesus com a samaritana: “Vós adorais o que não sabeis”. Vamos pagar por isso, aliás, já estamos pagando! Contudo, muitos outros se sentem felizes em suas novas denominações, o que devemos respeitar. E o que falar de igrejas fundadas por pastores que saíram da gloriosa Assembleia de Deus e estão crescendo com Graça?

Sim, mudamos! E poderíamos falar sobre mudanças de outras naturezas... Mas, aí teríamos que escrever um livro. 

Amo minha igreja, porém, será que está valendo a pena ser grande, rico, importante, influente e não ter o carisma de nossos pais? De fato o que me preocupa não é tanto o presente, mas o futuro dessa igreja tão abençoada! Penso que seria melhor discutirmos o que será dessa igreja nos próximos cem anos e o que poderíamos fazer com relação à Igreja de nossos filhos, as novas gerações! 

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A TV É MEU PASTOR NADA ME FALTARÁ

Estou sem tempo para escrever, mas encontrei esse texto interessante no Blog do Pasto Flávio Constantino, um amigo da blogosfera. O autor é o Pastor Noel Jorge da Costa. Não considero a TV "a caixa do diabo" como dizem alguns e não acho que ela seja má em si mesma. Nela encontramos coisas boas e ruins. Cabe a nós escolhermos nossa programação, por isso aquela pecinha que temos nas mãos,  quando assistimos, chama-se controle. Na minha casa não assistimos novelas, BBB's, filmes de violência, terror ou imoralidade. Meu filho não assiste a qualquer desenho ou compra qualquer dvd para vídeo game. Temos critérios para o uso do aparelho. Cada um sabe o que é melhor para sua vida. Todavia, o texto que segue nos abre os olhos para uma realidade que teimamos em não ver. Talvez não seja seu caso, mas será que você conhece alguém assim? Boa leitura.

A TV É MEU PASTOR 


1. O televisor é o meu pastor e tudo me faltará.

• Me faltará tempo – para ler a Bíblia e para orar; para brincar com meus filhos e ler para eles; para conversar com a minha família; para ter comunhão com meus irmãos e amigos.

• Me faltará esperança – porque os noticiários me encherão de medo do futuro.

• Me faltará amor – porque a violência do meu semelhante vai me incentivar a odiá-lo.

• Me faltará fé – porque a minha mente estará alimentada por sentimentos de derrota, e os meus pensamentos estarão alimentados pelas circunstâncias.


2. Ele me induz a deitar-me sobre a poltrona da acomodação.

• E eu fico preso, horas por dia, aos seus ensinamentos amaldiçoados.

• Quando volto do trabalho, prefiro estar com ele a estar com a minha família, a visitar alguém, a ler ou a conversar.

• Acho difícil me concentrar em reuniões da Igreja (são muito demoradas e maçantes), enquanto que diante da TV não vejo o tempo passar.

• Enquanto o mundo “acontece” diante dos meus olhos, meu tempo de servir a Deus se escoa pelos esgotos imundos.


3. Ele me leva a beber águas poluídas e contaminadas.

• Medito o dia inteiro no que vejo na TV – na injustiça, na pornografia, na violência, na corrupção, na crueldade.

• Vivo entorpecido pelo engano do diabo, pelo pecado, pelo mundanismo e pela minha própria carnalidade.

• Quando não tenho tempo de estar com o meu televisor, sinto saudades dele.


4. Minh’alma vive em tormento.

• Não consigo viver por fé no que Deus promete, se o que “vejo” é tão contrário ao que a Palavra de Deus me diz.

• Passo meus dias preocupado – com o futuro, com o dinheiro, com o suprimento.

• Nem durmo bem à noite, nas poucas horas que o televisor me autoriza a dormir!


5. Guia-me pelos caminhos do pecado.

• Ele apaga da minha mente o sentido da palavra santidade.

• A porta larga é o caminho que estou escolhendo seguir porque acho o caminho estreito de Jesus algo ridículo (e intangível).


6. Ainda que eu visite a Igreja ou leia a Bíblia de vez em quando, mesmo assim, vivo cheio de medo.

• Tenho medo de perder a saúde, o emprego, o dinheiro, a família.

• Tenho medo de ser diminuído, desconsiderado, humilhado, criticado.

• Tenho medo do dia de amanhã.

• Tenho medo da vida; tenho medo da morte.


7. Porque não consigo desligar o meu televisor...

• Todo primeiro dia do ano prometo a mim mesmo, que vou começar uma vida nova – com mais compromisso e responsabilidade pelo encargo de Deus.

• Meu televisor não me permite cumprir as minhas promessas.


8.O seu domínio me atormenta.

• Se agendo um compromisso, quando “converso” com meu televisor, ele me convence a esquecê-lo, em favor de uma de suas programações convincentes.

• Invento qualquer desculpa para não perder nenhum capítulo dos seus seriados“picantes”.

• Novelas me atraem, filmes me atraem, programas de humor me atraem, noticiários me atraem, programas de auditório me atraem.

• E essa atração me domina completamente.

• Estou praticando a mentira!


9. Quando me defronto com os meus inimigos, sinto-me impotente – e fujo deles correndo!

• Não prego o Evangelho para ninguém, porque sinto vergonha de falar de algo tão “fora da realidade” como a Palavra de Deus.

• Não sou capaz de orar por um enfermo. Afinal, se ele não for curado – como ficará a minha reputação? Mesmo porque, também não acredito que possa sê-lo!

• Se vejo alguém com problemas, eu me calo. Afinal, não consigo vencer nem as minhas próprias lutas...; o que poderia falar a outros?


10. A unção de Deus me falta.

• Se vou orar, não tenho assunto com Deus.

• Tenho facilidade para reclamar e não encontro motivos para louvar a Deus.

• Se passo por dificuldades, vejo milhões de gigantes, e me escondo de Deus.

• Eu poderia chorar diante de Deus, mas me faltam lágrimas.

• Não posso ajudar a ninguém, visto que também preciso sempre de ajuda.

• Eu moro em um deserto e estou completamente seco.


11. Imoralidade, violência e vaidade certamente me seguirão todos os dias da minha vida...

• Não sei o que posso fazer para mudar o curso da minha vida.

• Desligar o meu televisor não posso – não conseguiria viver sem diversão e entretenimento.

• Sinto que o meu futuro será como o presente: cheio de desânimo, incredulidade, resistências espirituais, maldições não quebradas e derrotas.

• Minha “mesa” estará farta de comida podre – recheada de fezes!


12. ...e ficarei longe do Reino do Senhor, padecendo horrores na tribulação longe da Casa do Senhor.

• Não tenho motivação para fazer nada que corte a entrada do mundo, do pecado e dos conselhos de Satanás em minha casa.

• Meu futuro está garantido longe do Reino. Mas isso não importa..., afinal, estou salvo.

• Devo confessar essa palavra, crendo que sucederá: - O Reino virá, mas eu não farei parte dele, porque Deus disse que ele é para os crentes vencedores e eu sou um derrotado!


Queridos, não sou contra a televisão, muito pelo contrário acredito piamente que a televisão é uma dádiva de Deus, porém quem está no controle é o deus deste século (satanás), por isso, te desafio para que o Senhor seja o nosso PASTOR.


Fonte: Blog do Pastor Flávio Constantino
Autor: Pastor Noel Jorge da Costa



Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

APOLOGIA AO CRIME: INTERNAUTAS ELOGIAM ASSASSINO DAS CRIANÇAS DE REALENGO

Pasmem os senhores! No mundo tem gente para tudo. Há, por exemplo, quem tenha coragem de elogiar o ato criminoso  de Wellington Menezes e de chamá-lo de herói e santo. Este é o mundo anti Deus e anticristão em que vivemos. Cresce nas redes sociais as mensagens de racismo, preconceito e ódio contra as chamadas minorias e até mesmo defendendo que o terremoto seguido de tsunami deveria ter destruído o Japão. Não falta apologia ao ódio homofóbico, à legalização do racismo e à prática do aborto. A internet é mesmo "terra de ninguém"? Onde vamos parar? Vem logo, Jesus! Vem logo, Senhor!
A chacina de 12 alunos entre 12 e 15 anos no bairro de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, na última quinta-feira (7), não suscita apenas o debate sobre o desarmamento e outras medidas de combate à violência no país. Na contramão dessa discussão, comunidades na internet fazem apologia ao ato de Wellington Menezes de Oliveira, autor dos disparos e classificado por esses grupos ora como herói, ora como “atirador santo” e protagonista de um ato de “diversão” e “vítima de racismo”.

Comunidades com apologia ao crime

  • Reprodução Orkut
    Há apologia ao criminoso que matou 12 crianças em uma escola em Realengo, no Rio, semana passada...
  • Reprodução Orkut
    ... e também apologia à violência contra gays, um dos alvos preferidos nessas comunidades
  • Reprodução Orkut
    Racismo está entre os crimes que mais reúnem defensores na rede, apesar de ser crime
Desde o dia do massacre, a reportagem do UOL Notícias identificou pelo menos seis comunidades no site de relacionamentos Orkut que não apenas defendem o gesto do criminoso como também sugerem a prisão do sargento Márcio Alexandre Alves, que deteve Oliveira com um tiro e impediu que ele avançasse para o andar superior da escola Tasso da Silveira. Até a quarta-feira (13), ao menos três comunidades foram excluídas.
O enaltecimento de gestos como o de Oliveira, no entanto, não é ato isolado. Em uma busca pelo mesmo site, é possível apontar uma quantidade enorme de comunidades que, se não pregam “verdades” radicais como absolutas, apontam caminhos pelos quais suas regras devem ser seguidas --e estes caminhos, quase que invariavelmente, incitam práticas criminosas.
As temáticas com apologia ao crime são variadas: vão de preconceito contra negros e judeus, por exemplo, à exploração de conteúdo claramente pedófilo, incestuoso ou mesmo de incitação à violência contra minorias, conforme a orientação sexual, a classe social e até mesmo o gênero de seus alvos.
Em geral, os criadores e moderadores adotam perfis falsos ou completamente fantasiosos e estão ligados a várias outras comunidades de incitação à violência. Defesa de estupro como “prática corretiva” a lésbicas, morte a gays, a andarilhos e a negros e até lamentos a não extinção de países como o Japão, no terremoto seguido se tsunami no mês passado, são alguns dos exemplos. Nas comunidades de conteúdo explicitamente pedófilo, por exemplo, além da temática expressa em sua descrição, constam também listas de discussão onde fervilham a troca de fotos de crianças em trajes sumários e diálogos de conteúdo erótico.
Apesar da opção de se reportar o abuso dessas comunidades, elas estão no ar há semanas. Em algumas, antes de o usuário ter acesso ao conteúdo, um aviso em inglês alerta que ele “pode ser inapropriado a alguns usuários”. Mas isso não é obstáculo: basta um ou dois cliques para entrar se a intenção for integrar esses grupos.


De acordo com o criminalista Luiz Flávio Gomes, a legislação brasileira contempla não apenas a punição --detenção de três a seis meses, ou multa --a quem faz apologia a crimes, como também a quem enaltece ou faz apologia à figura de um criminoso. Isso é possível tanto pela Lei de Racismo, de 1989, como pelo Código Penal Brasileiro, de 1940. Pelo Código, por exemplo, os artigos 286 e 287 vedam a incitação pública da prática de crime e a apologia de crimes ou criminosos --inclusive os que agem em bando ou quadrilha.


Leis x repressão

Indagado sobre as comunidades recentes que enaltecem o atirador de Realengo, Gomes avaliou: “O MP (Ministério Público) conseguiria encaixar tranquilamente isso nas práticas que o Código Penal condena. Se tiver algum elemento racista envolvido, e referente a quaisquer etnias, facilmente se enquadra também na Lei de Racismo”.

Risco de “violência extrema”

Sobre a grande quantidade de grupos defendendo ações violentas nas outras comunidades identificadas, o criminalista avaliou como “preocupante” o discurso de exclusão que elas contêm. “É preocupante porque também é um discurso de violência, ainda que se tenha um conjunto de leis que eu julgue adequado para combater esse tipo de crime”, afirmou. “O que precisa é a polícia entrar em campo e reprimir essas ofensivas, tais como a ação em que os policiais cadastraram todos os grupos homofóbicos, em São Paulo, durante o protesto de sábado (9) no vão do Masp”, citou, referindo-se ao evento que opôs manifestantes contrários e favoráveis ao deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), que recentemente deu declarações consideradas racistas e homofóbicas por ativistas e outros representantes da sociedade civil organizada.
“É fundamental que haja esse controle repressivo, ou vamos chegar a extremos de violência. Por outro lado, precisam ser enraizados no discurso da mídia valores como a tolerância, o respeito e a compreensão das diferenças. O problema é que, antes disso tudo, falta educação”, conclui Gomes.
Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

HORROR: RELATO DAS CRIANÇAS QUE SOBREVIVERAM AO MASSACRE EM REALENGO

Imagens do massacre de crianças em Escola no Rio de Janeiro

SERÁ DIFÍCIL ESQUECER O ACONTECIMENTO EM REALENGO. LEIO O DEPOIMENTO DAS CRIANÇAS E FICO IMAGINANDO AS CENAS DE HORROR E OS MOTIVOS QUE LEVARAM O ASSASSINO A COMETER ESSE CRIME BÁRBARO. IMAGINEM O IMPACTO PSICOLÓGICO NA VIDA DESSAS CRIANÇAS E AS IMAGENS QUE SEGUIRÃO OS PAIS DOS QUE MORRERAM! OUTRA COISA QUE NÃO SAI DA MINHA MENTE É QUE PODERIA TER SIDO MEUS FILHINHOS. ACOMPANHE E DÊ A SUA OPINIÃO!

“Ele gritava para as crianças: ‘Vira para a parede que vou te matar!’ As crianças gritavam, implorando: não me mata, não, moço!”, contou a menina, completando que ele mandava alguns estudantes se ajoelharem antes de disparar. “Vou te matar, não adianta correr”, afirmava Wellington. De acordo com Jade, muitas crianças ficaram em estado de choque, sem ação, e outras desmaiaram diante da situação de pânico. “Muita gente entrou em choque, desmaiou na escada, e aí que ele matou mesmo. Desmaiaram muitas pessoas. Ele atirava nos pés de outros, e as crianças passavam a pedir: ‘Me ajuda, me ajuda, não me deixe morrer”, disse a menina. A menina disse que, por medo, evitou olhar para o atirador. Nos corredores da escola municipal, uma cena que nunca vai esquecer. “Parecia uma cachoeira de sangue, com sangue escorrendo feito água”, disse. "Tinha muita gente morta na escada, mais meninas que meninos". Nos primeiros minutos do ataque, a professora da menina chegou a cogitar que os barulhos fossem explosões de bexiga. Porém logo duas meninas entraram na sala e avisaram do que se tratava. A turma então subiu para o terceiro andar, tentando fugir. No novo abrigo, a professora “trancou a porta com cadeira, mesa, armário, tudo o que tinha”. Enquanto ouvia tiros, Jade ficou “abaixada, encolhidinha”. “Eu estava com medo de morrer e, para me tranquilizar, fiquei desenhando na minha mão. Desenhei uma casa, que era onde eu queria estar, para me tranquilizar”, disse a menina.

Vou pedir para a minha mãe me transferir, não quero voltar para lá”, afirmou. Segundo ela, a aula não tinha começado quando começaram os barulhos de tiros. A professora pediu que os alunos corressem, e, de acordo com Karoline, todos se dirigiram ao último andar. “Nos trancamos em uma sala e colocamos móveis e vários objetos na porta. Ficamos lá até que a polícia avisou que estava tudo bem. Então saímos e vimos um corpo na porta da sala. Foi horrível. Voltamos chorando desesperados”, disse Karoline. Na saída da escola, ela conta que encontrou uma mãe, perguntando por sua filha. “Eu menti para ela, disse que a filha estava bem e estava descendo. Não tive coragem de dizer para ela que tinha visto o corpo da filha dela no chão. Ela estava morta, eu vi o corpo, foi horrível. Estou com medo de voltar para a escola”, afirmou a aluna.

"Quando começaram os tiros a professora mandou todo mundo ficar na sala mas ninguém obedeceu. Saímos todos correndo. Fiquei com muito medo". O relato é de Fabio Douglas Braga, 13 anos, aluno da 7a série da Escola Municipal Tasso da Silveira. Braga estava um andar acima do local da tragédia mas conhecia pelo menos três vítimas, Tamira, Jéssica e Larissa. Na saída, o garoto ainda viu o corpo do atirador Wellington Menezes de Oliveira no chão.

Segundo Tania, mãe de R., também com 13 anos e aluno da 7a série, a primeira reação do estudante foi se esconder. "Ao ouvir os tiros ele correu para salvar a vida dele. Agora está em estado de choque. Precisei dar um calmante natural", disse ela. Ao contrário de Braga, R. estava no andar onde aconteceu o massacre. Segundo a mãe, ele viu os corpos de vários colegas mortos e está abalado, não quer voltar para a escola onde estuda há sete anos. "É muita tristeza. Poderia ter sido o meu filho. Deus o protegeu", disse Tania.


Thiago Motta, de 14 anos, ainda lembra das palavras do atirador Wellington Menezes de Oliveira: “eu fumo muita droga mesmo e vim aqui dar uma palestra”. Aluno do nono ano da escola Tasso da Silveira, em Realengo, estava na sala 1903 quando escutou os tiros. O adolescente escapou dos disparos assim como seus colegas de turma graças ao professor que trancou rapidamente a porta, impedindo a entrada do ex-aluno. “O atirador tentou arrombar por três vezes e não conseguiu. Foi a nossa sorte”, contou Thiago. Os adolescentes permaneceram deitados no chão até a chegada dos policiais. “Era muita correria. Vi coisas horríveis: tinha um menino ferido que respirava muito rápido. As pessoas pisavam e tropeçavam nele”, disse. As paredes ensaguentadas também estão na memória do aluno. “Era muito sangue por todos os lados e eu só pensava nos amigos que não estavam protegidos como nós”.

"Não chora, pai. Estou bem". Estas foram as primeiras palavras da estudante Renata Lima Rocha ao encontrar seu pai, o armador de construção civil Nilson Oliveira Rocha, depois de deixar o centro cirúrgico do Hospital Albert Schweitzer. Ela é uma dos 13 estudantes feridos na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, que conseguiram sobreviver à tragédia. "É meu segundo filho baleado", desabafou o pai na porta do hospital.

Segundo Nilson, Renata, de 13 anos, contou que o assassino entrou na escola com duas armas e logo deu início aos disparos. "Primeiramente, na garotinha que estava mais próxima a ele. Colocou a arma na cabeça dela e disparou. Então, Renata disse que tentou fugir no momento em que ele (o atirador Wellington Menezes de Oliveira) foi recarregar os revólveres, mas mesmo assim ela foi atingida nas costas", contou o pai com base no relato que ouviu da estudante. Nilson acrescentou que mesmo atingida, Renata resolveu continuar a fuga: "Ela pensou que se ficasse sentada, o assassino poderia atirar de novo. Então, ela correu em direção às escadas e conseguiu deixar a escola. Foi quando apareceu um anjo para ajudá-la". No hospital, Nilson não conseguiu encontrar o frentista desempregado José Marques Sobrinho, que saía de casa quando ouviu o pedido de socorro de Renata. Ele só conseguiu agradecer ao motorista que passava pela rua e levou sua filha até o hospital. A mãe da menina, Veronice Gomes de Lima, relatou que está agradecida pela filha não ter se ferido mais gravemente. "Minha filha disse que ele atirava e ria. Ele só podia estar com o capeta", Nilson finalizou dizendo que Renata está na enfermaria e não corre mais risco de morrer.

Chorando muito e ainda em choque, a estudante C., de 12 anos, aluna da 6ª série da turma 1704, da Escola Municipal Tasso da Silveira, contou ao iG o que aconteceu na manhã desta quinta-feira em Realengo, zona oeste do Rio, quando um homem matou e feriu dezenas de pessoas: “Foi uma cena que eu nunca vou esquecer”, disse a menina.

Por volta de 8h30, C. ouviu disparos. “A professora falou que era algum engraçadinho soltando bombas”, lembra. Em seguida, quando os disparos foram ficando mais fortes, a professora permitiu que os alunos começassem a sair da sala. “Aí, foi quando ele entrou na sala da turma, gritando muito. Ele parecida descontrolado”, narrou. "Ele” é Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, ex-aluno que invadiu a Escola de C. e atirou em diversas crianças. “Ele deu um tiro na cabeça da minha amiga e saiu correndo para a próxima sala”, disse. Segundo C., ele tinha duas armas, uma pequena e outra maior. “As crianças começaram a ficar descontroladas e desceram do segundo para o primeiro piso”, disse. Algumas crianças, segundo a estudante, caíram da escada tentando descer com maior rapidez. A estudante contou que ao sair de sua sala, viu, na turma vizinha, que as crianças estavam tentado se esconder debaixo das mesas. “Vi meus amigos descendo correndo, ensanguentados, e outros caídos na escada”, contou. Ainda correndo, a menina conseguiu sair da escola e foi direto para sua casa, localizada em uma rua próxima. Ela então tirou o uniforme, tomou banho, colocou uma camiseta preta e uma bermuda e retornou acompanhada do tio. Ao chegar à escola, a polícia já estava no local prestando os primeiros socorros às vítimas.

"Ela veio correndo na minha direção. Dizia que estava com dores. Quando levantei a blusa dela, havia um buraco nas costas". Este é o relato do frentista desempreado José Marques Sobrinho, que estava no portão de casa na Rua Carumbé, em Realengo, quando foi abordado pela estudante Renata Gomes, de 13 anos, uma das vítimas da tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro.

MISERICÓRDIA IRMÃOS, MISERICÓRDIA!!!

Fonte: PORTAL IG

MARANATA. ORA VEM SENHOR JESUS!
DEUS ABENÇOE A TODOS.